
Dois gols legais de Pato anulados, dois pênaltis claros não assinalados, uma bola na trave e várias chances desperdiçadas pelo ataque tricolor ou conjuradas pelo goleiro Oliveira. Resultado: 1 a 1, no Morumbi diante do time reserva do Novorizontino.
Isso tudo, além do fato de que o São Paulo foi dominante de cabo a rabo, embora o adversário se revelasse, apesar dos desfalques, um time sólido na defesa e bem organizado nos contragolpes, a ponto de abrir a contagem com Igor Leite, já no segundo tempo.
O que obrigou o São Paulo, depois das três substituições possíveis, a se debruçar sobre a área inimiga, um tanto afobado, até chegar ao empate, com Brenner, no finzinho do jogo.
Claro que o resultado foi injusto. Mas, também é evidente duas coisas:
1) O time tricolor está sedimentando as ideias progressistas de Diniz, jogo após jogo.
2) Carece urgentemente de opções pelas pontas – jogadores típicos da posição, aqueles velozes e hábeis extremas, pontiagudos, que abrem as opções de ataque para o meio de campo e rompem as defesas pelos lados.
De qualquer forma, o Tricolor segue invicto no torneio, semeando esperanças futuras.
sao paulo e um time fraco, tecnico decepcionante inventor .
Caro Alberto,
O VAR precisa ser posto urgentemente em qualquer jogo oficial, seja ele no início ou final de campeonato.
Seja o campeonato que for, pois, erros grotescos assim como aconteceram com o são paulo, podem vir acometer seus rivais (corinthians, palmeiras, santos) e qualquer outro time que esteja no campeonato.
Acredito que em jogos oficiais, o VAR tem que estar presente.
Corremos sérios riscos de erros que vão empobrecer ainda mais o já nosso combalido futebol.
Grande abraço e saudações.
Fez bem a FPF em suspender a equipe de arbitragem do jogo de ontem.
Além da obrigatoriedade do VAR em todos os jogos oficiais, a FIFA (e/ou IB) deveriam tomar providências para elevar a média de gols por jogo, o que contribuiria para minimizar os efeitos dos erros de arbitragem no placar do jogo. (Algo que é raríssimo de ocorrer no basquete e no vôlei, devido ao número de cestas/pontos normal nas partidas desses esportes, onde um eventual erro de arbitragem se perde na contagem do jogo.)
Se o futebol tivesse uma média de 6 a 8 gols por jogo, também um erro de arbitragem se perderia no placar, evitando prejudicar, pelo menos demasiadamente, um dos clubes.
Claro que, num caso como o do jogo de ontem, não haveria como sequer minimizar o efeito das falhas da arbitragem, partindo-se, como acertadamente o fez a FPF, para uma suspensão com reciclagem da equipe de arbitragem.
As equipes poderiam tb ter (ou se dar) o direito de vetar árbitros e bandeirinhas numa reunião anterior ao início do campeonato, considerando atuações dos mesmos nos campeonatos anteriores. Cada árbitro ou auxiliar vetado por x clubes seria excluído daquele campeonato (indo para divisões inferiores) ou mesmo do quadro de árbitros da entidade.
P.S.: Se a arbitragem já fosse profissional, o quadro de árbitros poderia ser terceirizado, mantido por empresas de arbitragem de futebol, que cobrariam por seus serviços. Prestando maus serviços, aquela empresa seria facilmente substituída por outra.