
Na Cabala, o 7 é um número mágico. No Corinthians, é uma tradição que se renova de tempos em tempos.
O amigo sabia que o primeiro corintiano a vestir a camisa 7 foi Cláudio Cristóvan de Pinho, o ícone alvinegro dos anos 50? Foi em 1948, quando a Fifa, com vistas à Copa de 50 no Brasil, obrigou todos os clubes do mundo a numerar suas camisas. Até então, não havia números estampados atrás das camisetas dos jogadores, a não ser neste ou naquele país lá fora.
Cláudio, também chamado de Gerente por ser, embora ponta-direita, o organizador do time corintiano, entre outras virtudes, era um cobrador de faltas implacável. Tanto que foi, antes de Didi, a quem se atribui a invenção da Folha Seca, o autor de vários gols nesse estilo. A ponto de o goleiro do Benfica, Costa Pereira, ao tomar um gol de falta no estilo em que a bola sobe, dando a impressão que passaria por cima da trave,m de repente, desce e beija as redes, declarar com todas as letras: “Ó, pá, parecia uma folha seca a despencar às minhas costas”.
Décadas mais tarde outro número 7 faria história no Corinthians por conta de suas cobranças de faltas infalíveis: Marcelinho Carioca, que, também por isso, virou ídolo eterno do timão.
O mesmo Marcelinho que, às vésperas da estreia do novo Timão na Copa da Flórida, com todas as honras, entregou a camisa 7 ao recém chegado Luan, ex-Grêmio, que já foi festejado como Rei da América e ultimamente perambulava pelos bastidores da fama.
E não é que, envergando a Camisa 7, Luan saiu de campo com toda majestade? Graças aos´prodígios do cabalístico número que impulsionou a bola à redes do NY City, logo aos 10 minutos de jogo,em exímia cobrança de falta a la Cláudio e Marcelinho.
Aliás, não parou aí: deu passes inesperados, dribles surpreendentes e ainda meteu um segundo gol, aos 29 do primeiro tempo, num disparo certeiro da entrada da área.
Agora, é só esperar que o rapaz levante novamente a fronte e se dedique com afinco a recuperar a coroa perdida.
Para tanto, contará, por certo, com o apoio de seus dois novos parceiros de meio de campo – Camacho e Cantillo -, que conferiram ao setor a leveza ausente no time de Carille, agora nas mãos de Tiago Nunes.
Prezado Helena,
É isso aí!
O mestre definiu muito bem o que ocorreu na história do poderoso número 7, quanto ao corinthians.
E, acredito que se continuar a trabalhar desse jeito, faltaram feitos gloriosos como no passado.
O corinthians está formando um esquadrão muito forte, embora seja muito cedo para espelhar isso.
Vamos dar ao tempo o conjunto necessário de instruções e dialogar mais adiante.
Grande abraço e saudações.
OLA ALBERTO ! SOU SAMPAULINO MAS IA VER A DUPLA CLAUDIO-LUIZINHO DO CORINTHIANS.
GRANDE JOGADOR E PESSOA ESSE CLAUDIO QUE SO NAO CONVOCADO PARA A SELECAO POR NAO JOGAR
NO RIO. TEM MAIS CLAUDIO NUNCA (NUNCA !!!) PERDEU UM PENALTI.