
Depois de três rodadas empacado, o Peixe retomou a liderança do Brasileirão, ao vencer a Chape, lá. Um alívio, não motivo de festa, pois o Flamengo joga neste domingo e pode retomar a ponta diante de um Palmeiras que, desde a Copa América, não inspira a soltura de fogos de artifícios, ao contrário.
Mas, sacumé, o Palmeiras, embora jogue como time pequeno, só lá atrás, na base dos chutões pra Dudu resolver a questão na frente, tem um grupo seleto de jogadores, e, na individualidade, pode surpreender.
De qualquer forma, o Santos venceu a Chape por 1 a 0, gol contra de Gum, sem contar as duas chances claras desperdiçadas por Sasha.///.,
Contudo, jogo somado, não foi nem de longe aquele Santos sedutor, leve, ofensivo, de jogo tramado e tal e cousa e lousa e maripousa. Nada disso, foi um time lento na transição da defesa ao ataque, previsível, de um futebol cinzento. O anti-Santos, diria.
E tudo começa com essa história dos três zagueiros, sistema que Sampaoli insiste em adotar sempre que sai da Vila., Com os três becões lá atrás, fica faltando um articulador no meio de campo que dê fluência à condução de bola ao ataque.
Quando, no segundo tempo, o técnico resolveu mexer na equipe, então foi aquela mixórdia, com os que entraram, zonzos, à procura do seu lugar ideal na equipe.
Ora, como a Chape é bem frágil, a ponto de flertar com o rebaixamento este ano, o Santos conseguiu chegar ao apito final sem muitos problemas.
Mas, tá na hora de Sampaoli rever esse conceito.
Sr.Alberto, parabéns pelo artigo.
Talvez tenha sido a primeira vez que veja o Santos jogar sem armação, eu não entendi nada e, pelo jeito, os jogadores também não.
Será que o Sampa está tentando inventar demais ou falta cérebro aos jogadores pra entender o que ele quer?Resposta difícil .