Foi simplesmente exemplar o primeiro tempo desse novo São Paulo em Goiás. Leve, progressivo, incisivo, facilmente chegou aos 2 a 0, em boa tabela entre Antony e Igor Vinicius que Pato culminou na área; e logo em seguida, com Toró avançando pela meia-esquerda e, no limite da área, tocando de curva fora do alcance do goleiro.
Logo Toró, a surpresa, atuando como terceiro homem de meio de campo, um autêntico ponta-de-lança das antigas, sempre arrancando em direção à área inimiga.
Mas, no finalzinho do primeiro tempo, um contragolpe fatal pela esquerda do Goiás mudou a cara do jogo, com o gol de Barcia.
No segundo tempo, o Tricolor voltou pisando em ovos, o que deu combustível ao Goiás pra sair mais para o jogo. Mesmo assim, o São Paulo seguiu perigoso nos contragolpes, sobretudo quando a bola caía nos pés de Pato, mais desenvolto pelo meio, de onde distribuía boas bolas para ops companheiros.
Eis, porém, que Cuca resolve ouvir a voz da torcida que pedia Hernanes. Melhor teria sido tapar os ouvidos, pois Hernanes entrou no lugar de Pato e o São Paulo refluiu de vez. Mais sensato seria substituir Pato, no caso de cansaço do atacante, por Igor Gomes, muito mais ofensivo do que Hernanes.
De qualquer forma, o Tricolor conseguiu manter os 2 a 1 finais e, com isso, saltou pra liderança da tabela do Brasileirão.
Claro, é muito cedo, mas as perspectivas abertas por esse novo São Paulo é pra deixar a torcida esperançosa e os adversários com uma pulguinha atrás da orelha.
NA LINHA DO GOL
Beth Carvalho desembarcou na praia da música popular brasileira na última vaga da Bossa Nova para se juntar à MPB e finalmente mergulhar no vasto e rico oceano do samba de origem. Foi presença vital no resgate de velhos sambistas como Cartola, Nélson Cavaquinho, Paulo da Portela e tantos outros, além de abrir espaço para novos compositores dessa linha do samba, como Zeca Pagodinho, Arlindo Cruz etc. Vai-se a nossa Beth, também conhecida como a Rainha do Samba, na poeira deixada por essa que foi a mais importante vertente da cultura popular brasileira, hoje praticamente extinta.

Mestre Helena perdoai-me por discordar: Beth Carvalho , até onde me lembro foi cognominada a “Madrinha do Samba” E Dnª Yvone Lara era quem veneramos como a “Rainha do Samba”. No entanto quero mesmo levantar a lebre a respeito das arbitragens e a sua extensão eletrônica, o AA de V. No segundo jogo entre Tothenham e City o tal auxiliar considerou como ilegal o gol,que daria a classificação ao City, por ter a bola depois de bater na perna roçar o ante braço do jogador. Anulado o gol, City fora e o argumento é que não importa se houve intenção, mas sim que a bola teria tocado no braço. Pois bem, No Cruzeiro X Ceará , a bola claramente toca no braço do zagueiro do Cruzeiro(dentro da área) e o penalti não foi marcado. O narrador(fraco diga-se, pois racha a voz noa hora de “gritar” o gol) ficava dizendo que o AAdV estava verificando se houve intenção em tocar com o braço. Rogo-vos Mestre, que esclareçais se os velhinhos da Board voltaram a incluir a intenção nos toques dom as mãos. fica a pergunta : a manipulação de resultados agora conta com a chancela supostamente esclarecedora do AAdV?
Saudações admiradas!
R. R. Siuzudra
Alberto Helena Jr.
Os bons Deus chama logo pois vem por um breve tempo nos alegrar a aos nossos corações com musica, e alegria de viver, vide a Beth Carvalho, Mamonas Assassinas e etc pois a eles é dada por Deus essa curta missão e ao mesmo tempo longa missão de nos entreter e tornar a nossa vida mais leve e mais leve ainda se você mora por exemplo na idilica Ibiuna naquelas mansões que todo mundo já conhece e lousa e cousa e maripousa (aprendi com um grande jornalista). Saudações palmeirenses.