Derby para testar a coragem do Timão

Claro que o Palmeiras é favorito. Tem um elenco mais qualificado tecnicamente e faz melhor campanha do que o Timão neste início de Paulistinha.

Favorito, azarão e Derby são termos herdados pelo futebol do turfe, esporte (esporte?) muito mais antigo e popular até as primeiras décadas do século passado.

Assim, às vésperas do Derby, o Palmeiras é favorito e o Corinthians azarão. Ponto. Mas, como vai se desenrolar esse páreo e quem romperá a fita de chegada é outra história.

Mesmo porque sequer sabemos quais as escalações dos dois times pra fazermos um confronto de jogadores e esquemas, pois, nos últimos tempos isso passou a ser um segredo vital para os nossos treinadores.

O Palmeiras, então, passou a adotar como regra o rodízio de jogadores. Não dois ou três, mas, às vezes, oito.

Contudo, se Felipão pode surpreender na escalação dos onze iniciais, nem de longe fugirá de seu roteiro habitual no que tange ao modelo de jogo: fecha a casinha, e passa a viver de longos contragolpes. Isso lhe deu o Brasileirão de prêmio, e nem que a vaca tussa vai mudar de estilo num jogo cruciante como esse.

Cruciante não pelo que ocorre no presente, mas pelos ecos do passado, quando o Timão surpreendeu o Verdão, em circunstâncias mais ou menos semelhantes na decisão do Paulistinha do ano passado, ferida que continua sangrando na alma verde.

Diante disso, o que resta ao Corinthians, que sequer tem um time definido neste período de tantos testes?

Testar a coragem, meter os peitos sobre a forte defesa verde com um time leve, ofensivo e veloz. Teste por teste, marcia reàle!, como recomenda o velho dito italiano.

O diabo é que, se Carille não é dado a essas ousadias habitualmente, que dizer neste momento de volta tão frustrante até agora?

Diante desse quadro, que pode se alterar significativamente antes ou durante a partida, prevejo um daqueles clássicos mornos, ambos cuidando da se defender sem falhas, à espera do golzinho de cabeça em bola parada por parte de um ou de outro.

Torço pra que assim não seja, mas que fazer se isso passou a ser o cotidiano do nosso futebol atual.

7 comentários

  1. Flávio Prado que só permite a quem é seguidor de Zuckemberg que dê palpite no seu Blog, fala que Ganso não deu certo na Europa por conta do seu futebol pouco dinâmico e que seu sucesso no Brasil se deu por conta do futebol lento praticado por aqui. Assisti no Globo Esporte o Top 5 dos gols, das assistências e dos dribles do Ganso confesso que pelo que vi do jogador, ele poderia ter parado há muito tempo depois do que fez. Momentos de pura magia que só é permitida aos gênios mesmo sem a dinâmica do Flávio Prado.

  2. Alberto Helena Jr.

    Veremos hoje dia 02/02/2019 o time do planejamento, gestão profissional e seriedade, no caso o Verdão, contra o time do casuismo, da falta de planejamento e da movimentação nos bastidores nem sempre legal, no caso o time de itaquera, o time alvinegro dominado por uma facção criminosa liderada pelo tal de Andrés Sanchez corre para montar um time em pleno andamento do campeonato, para dar um exemplo o jogador Wagner Love desce do avião e já vai para o jogo, sem sequer alguns treinamentos para a readaptação do atleta ao futebol brasileiro, não vai aguentar o ritmo e vai ser um peso morto em campo….enfim que ganhe o melhor de forma limpa, na bola e de preferência sem interferência externa. Saudações palmeirenses.

    1. Hahaha Não precisou nem do Vagner Love e do Boselli pra ganhar de vocês!
      Carille 7 vitórias x Palmeirinha 1 !
      Mais um 7×1 pra conta do Felipão kkkkk

  3. Olá caro Helena, depois do 4 pênaltis ROUBADOS 1 2 3 4 do pobre do BOTINHA DE RIBEIRÃO PRETO, uma certa torcida especialista em encontrar desculpas pouco criativas e convincentes para as sua derrotas e fracassos deveria recicla rseu estoque de ASNEIRAS!!!, fico imaginando, se por acaso o timão sair vitorioso do Derby o que é que teremos que ouvir da torcidinha que term menos de um neurônio???? apito amigo, Globo, interferência externa etc……….

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