Pra começar, Messi

Foto: Josep Lago/AFP

Messi entrou na Liga dos Campeões com o pé esquerdo, pra ele, o da sorte, ao cobrar aquela falta magistral abrindo a contagem contra o PSV. Depois, fez mais dois, de esquerda e de direita, deixando porém para Dembélé a primazia de marcar o gol mais belo do jogo – o francês passou por dois, evitou o terceiro e bateu no cantinho do goleiro: 4 a 0 para o Barça, nada mal.

Ao mesmo tempo, Inter e Tottenham ofereciam em Milão um jogo emocionante, sobretudo pelo desfecho, uma virada sensacional no fim do tempo regulamentar, quando, Icardi colheu um sem-pulo singular na entrada da área e Vecino, de cabeça completou a virada por 2 a 1 no último lance da partida.

Logo em seguida, foi a vez de o Liverpool massacrar o PSG de Neymar, M’bappé e cia. bela, no jogo da bola rolada, não no placar.Sobretudo, porque o técnico alemão do PSG mandou seu time entrar em campo pisando em ovos, com três zagueiros e tal e cousa e lousa e maripousa.

Durante os primeiros vinte minutos, só deu Liverpool, com o goleiro Areola salvando tudo de baixo de sua meta. Mas, Sturridge, de cabeça, abriu o placar, aumentado pouco depois por Milner, cobrando pênalti. Aliás, que jogador esse Milner, tão pouco exaltado pela mídia em geral. Ponta-direita típico de origem, daqueles dribladores e incisivos, joga com igual desenvoltura nas duas laterais e no meio de campo, seja como volante, seja como meia-armador. Coisa rara.

Bem, pelo andar da carruagem, o PSG estava a pique de sofrer uma goleada. Que nada! Eis que Meunier, ainda na etapa inicial. diminui, para M’bappé, numa arrancada excepcional de Neymar, empatar. E, já nos descontos, Firmino, que acabara de entrar em campo no lugar de Sturridge, marcou o gol da vitória do Liverpool – um tiro cruzado e indefensável do bico direito da grande área.

Eita futebolzinho bom de se ver.

Um comentário

  1. Alberto Helena Jr.

    Não vi os jogos mais pela sua descrição parece que eu vi, o futebol europeu com um modelo de gestão anos luz a nossa frente dá exemplo para ser copiado por grandes equipes não só do continente europeu como também sul americanas, como disse em comentários anteriores o Palmeiras segue o caminho de modelo de gestão europeu, com seriedade e sistema empresarial como gestor de futebol e clube, o Verdão com a entrada do Paulo Nobre em 2014 vêm com muito esforço incrementar e alicerçar esse tipo de gestão e começamos já em 2015 a colher o primeiro fruto, sendo campeão da Copa do Brasil, em 2016 levantamos o enea campeonato brasileiro, não fizemos um bom ano em 2017 no campo porém em estrutura cada vez mais fortes inclusive financeiramente, agora em 2018 o Verdão e o Cruzeiro permanecem vivíssimos nas três competições, não é vergonha copiar o que está dando certo. Saudações palmeirenses.

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