Gabigoool!

Foto: Divulgação

Gabriel é isso, Gabriel é aquilo, e dá-lhe paulada da Turma da Marreta naquele período de estiagem do goleador santista. em que passou meses sem jogar na Europa e voltou a um Santos mal engendrado por Jair Ventura.

Pois, Gabriel é gol, Gabigol, meu, ainda menino num país em que a rapaziada de classe média só sai do colo da mãe aos 30 anos de idade e atinge a maturidade aos 50, marca do início da senilidade há um século.

Nesta noite de sábado, no Maracanã, Gabriel fez três a zero sobre o Vasco, e poderia ter chegado ao quarto tento, naquela bola tocada por cima, já sem goleiro.

Não, não foi uma exibição de gala do Peixe. Mas, o Santos jogou o suficiente pra se livrar com folga do Vasco, um time sem destino e acumular mais uma dose de moral pra tentar chegar ao fim do Brasileirão numa posição digna de quem ostenta a faixa de vice do certame.

2 comentários

  1. Niguém se torna anjo ou diabo da noite para o dia. O cara que joga bola, sempre vai jogar bola, é como alguém que anda de bicicleta você se equilibra uma vez e vai em frente, nunca mais esquece quedas no percurso faz parte O inverso também é verdade. Uma perna de pau jamais será um craque o que no máximo ele pode fazer é diminuir o tamanho dessa perna, porém, ele sempre terá um perna de pau. Há exemplos aos montes no futebol nos dois casos. No primeiro, Gabigol é um deles. Sempre jogou muita bola o que acontece é que o terreno onde sua bicicleta anda tem muitos buracos e às vezes ele cai. Ganso é outro exemplo. Falam tal e cousa e lousa e mariposas de PH Ganso no entanto o cara é craque, fora de série acontece que além das quedas causados pelo terreno irregular que pisou, saiu de lá machucado. Outro exemplo? Luan do Gremio que Tite resolveu deixar fora da seleção. No lado oposto podemos citar muitos. Casemiro é pra mim o exemplo perfeito. Falaram dele antes da copa, maravilhas, no mundo todo. O que aconteceu? Casemiro fez exatamente o que dele já esperava. Faltas, jogadas violentas que o levaram a ficar fora do time. Vi comentários dizendo que o Brasil perdeu da Bélgica por sua ausência do jogo. Ora, ele não jogou, muito mais por culpa do seu jogo tosco nos jogos anteriores do que por suas parcas habilidades.

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