Peixe: a derrota evitável.

Fotos: Felipe Oliveira / EC Bahia

O juiz já estava com o apito final na boca quando, na cobrança de corner, Júnior Brumado meteu a bola nas redes, despertando na galera da Fonte Nova o grito de Ahê, Bahêa!

Bem, a verdade é que nessas alturas o Peixe até que vinha melhor do que o Bahia, sobretudo depois da entrada de Bruno Henrique, ausente por um longo tempo do time, com aquele olho de pirata.

Criara algumas situações perigosas, sem, contudo, perder aquele gol feito.

Mas, bem melhor do que, por exemplo, o foi no primeiro tempo, quando o Bahia teve pleno domínio da bola e dos espaços e chegou a meter uma bola no poste, com o outro Júnior, o Edgar.

E o que pegava no Santos? Ora, o de sempre – falta de criatividade no seu meio-campo, incapaz de acionar com ciência o ataque formado por Sasha, Gabigol e o menino Rodrigo, o mais lúcido e hábil da equipe, que quase faz o gol de abertura m tabelinha esperta com Gabigol não tivesse a bola sido desviada no momento fatal.

No segundo tempo, porém, o Peixe melhorou, saiu mais pro jogo, mas ainda carecendo de maior vislumbre de seu sistema de armação, que clamava pela entrada de Renato e de Vítor Bueno, dois que ficaram o tempo todo no banco. Birra do treinador? Sei lá.

Só sei que o Santos, no fim, voltou pra Vila com uma derrota que bem poderia ter sido evitada, não esquecendo que, em campeonato de pontos corridos, cada jogo é uma decisão.

 

Um comentário

  1. vc paulista vei joga em salvador seu times pede e fala que o tropeço vc nao repeita time do nordeste mesmo seu time ve joga na casa pede e tropeço vai procura que fazer vc fala muita beateira sempre melhor que o outros times

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *