
O champanhe esquentou na mesinha ao lado da poltrona, na abertura do Brasileirão, pois Cruzeiro e Grêmio, dois dos principais candidatos ao título nacional, não chegaram a produzir um jogo repleto de emoções como se poderia esperar.
No primeiro tempo, o Imortal foi o senhor do tempo e do espaço, chegando ao cúmulo, em certos momentos, de ter 80 por cento de domínio de bola. Trocou passes exatos, mas não chegou lá.
Só o fez aos 10 minutos da segunda etapa, quando Ramiro deu um chapéu em Egídio e cruzou pra Everton desviar de cabeça e André, de carrinho, definir o placar: 1 a 0.
Foi o suficiente pra Renato Gaúcho começar a arrecuar os arfos, trocando o regente Maicon pelo defensivo Jaílson. Recuo que se acentuou ainda mais depois da expulsão de Kanemann, aos 17 minutos. Daí até o apito final foi o Cruzeiro tentando jogar bola na área tricolor, sem êxito.
E aqui quero exaltar o trabalho de Renato Gaúcho, um técnico empírico, desses que não se revestem de uma aura de conhecimentos esotéricos sobre os mistérios do futebol, tampouco joga no time dos que vivem pedindo reforços impossíveis.
Trabalha com o que tem em mãos. Muitos dos seus jogadores são aqueles que foram desprezados por outros grandes do Brasil. Basta verificar que, no jogo deste sábado, lá estavam Leonardo Moura, Paulo Miranda, Cortez, Maicon e Cícero, meio time que o São Paulo, de tantos milhões gastos pra substituí-los, segue em busca de soluções para cada um.
Esses jogadores – e acrescente aí Jael, sei lá quem mais -, sob o comando de Renato, praticam o futebol mais moderno de quantos rodam por esses brasís afora, aquele que sugere a compactação no campo adversário, muita troca de passes progressivos e investidas na hora exata. Mais atual do que tantos que se debruçam sobre as teses de modernidade em voga, fazem cursos nas (in)faculdades de futebol e coisas do gênero. E o tal resultado? Simplesmente, a Libertadores, o maior torneio continental.
E olhe que o Grêmio estreou sem dois de seus principais craques: o beque Geromel e o atacante Luan.
Logo em seguida, veio o Flamengo, outro sério concorrente ao título. E, de saída, dois lances vitais. Aos 16 segundos, Vinicius Jr. serve Paquetá que abre a contagem. O Mengão vai deitar e rolar, não é? Não mesmo, pois logo aos 10 minutos, blitz do Vitória, e pênalti de Everton Ribeiro, que é expulso no ato por ter salvado o gol com as mãos.
Só que não: a bola havia batido no rosto do rubro-negro. Erro fatal da arbitragem, pois a partir daí o Flamengo não mais conseguiu se coordenar em campo, embora tenha chegado ao seu segundo gol com Rever, em lance resultante de cabeçada de Arão impedido.
Mas, Denílson, de cabeça, empataria: 2 a 2, menos mal para o Mengo, pelas circunstâncias.
Por fim, o Peixe, que costuma vir deslizando pelas margens das grandes expectativas e, vira e mexe, surpreende.
Desta vez, não foi nenhuma surpresa o Santos bater o Ceará, recém alçado à Série A do Brasileirão. por 2 a 0 no Pacaembu. Poderia até ampliar esse placar caso o artilheiro Gabigol estivesse com o pé na forma.
Mas, o resultado, obtido com um gol contra de Pio e outro do menino Rodrigo, esteve à altura do desempenho caiçara – bom, sem ser empolgante.
Enfim, na média do atual futebol brasileiro aqui praticado.
O Santos; meu querido time, precisa de um meia e um centroavante. Léo Coitadini não mais nos nutre esperança alguma, e Jean Mota é outro que já teve mais oportunidades que necessário. Aliás, ambos.
Gabriel matou nosso ataque. Este jogador é individualista, mascarado e, infelizmente, fraquíssimo. Quando Bruno Henrique voltar, deve ser reserva, pois Jair não é do tipo que fica passando a mão na cabeça de jogador, indefinidamente.
Assino embaixo Antonio Lima! Jigamos com 10 pois Gabriel é inutil!!!
agora só basta saber se o Jair terá peito para barrar o gabibol
O Fla ser prejudicado ou ajudado em seus jogos, sempre foi e será uma rotina, não nos surpreende
O time jogou bem, com ressalvas para Gabriel, muito fominha, quer marcar de qualquer jeito e prejudica o time. Quando BH voltar o time vai ganhar mais qualidade. Quanto ao tão sonhado meia tá difícil, o que acham do 10 que jogou o Paulista pelo Bragantino? Esqueci o nome dele.
É isso aí, senhor Helena, acredito muito na expressão que diz que ” a crise é a mãe da oportunidade” é o que estou vendo no Timão que obviamente por falta de GRANA esta investindo em PROMESSAS, que nas mãos do senhor Carille podem se transformar em grandes jogadores…. Vai Timão!!!
A mídia acomodada e não pensante insiste em chamar um jogador chamado Gabriel de Gabigol. Perguntar não ofende. Cadê os gols que justifiquem o apelido?! Resumo da ópera. No fim do ano será devolvido ao Benfica. Ou à Inter?! Mistério. E continuará no banco, rodando o mundo como refugo imprestável.