
O mítico goleiro Roque Máspoli, um dos heróis uruguaios da conquista da Copa de 50, no fim da vida sentenciou: “Ou esquecemos esse negócio de garra e jogar só na defesa, ou o Uruguai não ganhará mais nada como não ganha desde 50”. Proféticas palavras, pois, a não ser uma Copa América aqui, outra ali, o Uruguai não ganha nada de maior expressão desde então.
Pois o São Paulo de Aguirre e Lugano afivelou de vez a retranca uruguaia – uma legião de beques e volantes e apenas o meia Nenê e o centroavante Trellez mais à frente – e assim conseguiu a proeza de empatar por 0 a 0 em Rosário com o nono colocado do campeonato argentino.
É verdade que o Tricolor sofreu dois abalos ainda no primeiro tempo: a contusão de Reinaldo e a expulsão de Rodrigo Caio. E, mesmo com dez contra onze, conseguiu resistir à pressão dos argentino;s, que, por sua vez, não revelavam o menor poder de fogo.
E, ainda por cima, teve aquela bola na trave disparada por Nenê, no segundo tempo, única jogada de perigo criada pelos brasileiros travestidos de uruguaios.
Mas, como é isso mesmo que a torcida tricolor, sua diretoria e boa parte da mídia quer ver no São Paulo atual, que assim seja: muita garra lá atrás e pouco futebol e tudo nas mãos do destino.
Doutor, respeito, mas não vi essa retranca toda não.
Pra começo de conversar a energia mudou visceralmente. Nada a ver com a aquele São Paulo cabisbaixo que estávamos nos acostumando a ver.
E passo a passo o São Paulo vem mudando sua postura, que não se resume aquele lugar comum da garra, menos ainda aquela garra acéfala, mas jogando com cabeça e confiança.
A equipe começa a tocar melhor a bola partindo em direção ao gol com a bola no chão. A manter o foco e a frieza diante de um jogo nervoso e um adversário catimbeiro, incluindo aí uma expulsão mandrake daquelas.
Não fosse isso o São Paulo tinha metido pelo menos dois.
Apoiado, vi o jogo no estádio e concordo com a sua opinão. Juiz caseiro, desvantagem com a perda do Reinaldo e conseguimos ser melhores que o Rosario Central, que jogou em casa, com maioria numérica, árbitro e torcida a favor. Quem lembra dos jogos contra o Defensa y Justicia no ano passado atesta a diferença de postura. Não é um futebol maravilhoso, mas comparado ao comportamento resignado de equipes e técnicos anteriores, estamos avançando.
POIS É… E SERÁ QUE É POR ISSO CHAMAMOS ESSE OU AQUELE JORNAL DE PASQUIM? PORQUE NA VISÃO DE ALGUNS (MUITOS) QUE SE JULGAM “INTENDEDORES” DE FUTEBOL, O CORINTHIANS QUE JOGOU ASSIM O ANO PASSADO INTEIRO (POR UMA BOLA) ISSO QUANDO NÃO CONTOU COM UM ERRO AQUI E OUTRO ALI DA ARBITRAGEM A SEU FAVOR PARA AO MENOS EMPATAR…. ERA : TIMÃO !!!!!! KKKKKKK CERTINHO, EU TAMBÉM IRIA ESCREVER QUALQUER COISA (BOA) A RESPEITO DO TIME DO “CHEFE” KKKKKKKKKKKKKK JÁ PARA OS OUTROS… PARABÉNS PELO JORNALISMO IMPARCIAL… E SEGUE O ENTERRO…
Alberto,, um pouco de exagero da sua parte não? A equipe do SP é limitada, e, se não arranjar a defesa, não sai nada mesmo. Quem sabe com Evertom, bom e veloz, as coisas não melhorem. Abs.
O São Paulo foi escalado como um time pequeno qdo joga contra um time grande. Meus Deus, 3 zagueiros e 3 volantes… É um verdadeiro ferrolho! Cada defensor que se coloca a mais, é um atacante a menos no time. No caso, foi sacrificado um meia (Cueva) e um ponta (Marcos Guilherme). A mudança de ímpeto do São Paulo com o Aguirre não tem nada a ver com a entrada de mais defensores, mas sim com o estímulo psicologico do novo treinador. Além disso, não vejo os rivais (Corinthians, Palmeiras e Santos) jogando com tantos zagueiros e volantes. Isso acontece só no São Paulo. Mas esta mentalidade defensiva no Tricolor não é de hoje. Está lá há muito tempo. E se continuar assim, não ganharemos mais nada, igual a seleção do Uruguai. O São Paulo é um clube gigante e não pode ser apequenado deste jeito. “Tu és forte, tu és grande…”. Vamos resgatar a identidade do Tricolor, que não é esta retranqueira que estamos vendo aí.
Fazendo uma visitinha por aqui.
Depois da uma passada na minha página que eu tenho algo muito bom mesmo, vale apena conferir.
Beijos
TECNOLOGIA NO FUTEBOL II.
Essa corrida maluca da tecnologia no futebol, vai acabar com o esporte como ele foi criado muito mais cedo do que pensamos. logo logo, um desses caras por ai vai sugerir a substituição do juiz por um ROBÔ com a desculpa esfarrapada para os leigos que é à prova de erros. Óbvio, que aqueles que hoje defendem o VAR, vão aplaudir entusiasticamente com o mesmíssimo discurso furado que “é a evolução da tecnologia” que “o futebol deve se atualizar” não podendo ficar para trás. O que eles não sabem, é que nosso amigo ROBÔ, sim, é a prova de erros, até que algum espertinho(e eles não faltam) na calada da noite substitua o seu soft original por um pirata. Vou mais além. o já tão badalado e consagrado VAR também diferentemente do que muitos pensam, é passível de alterações maliciosas para modificar o seu resultado. Essas modificações incluem a inserção ou eliminação de frames(formadores de sequência de imagens) para a criação de um novo conjunto de imagens falsas. E agora senhores? Vamos substituir um humano por uma máquina? Vamos deixar de confiar num juiz humano cujo eventual erro pode ser verificado facilmente in loco, ou vamos deixar que imagens de lances do jogo sejam manipulados a bel prazer de grupos interessados, numa sala que não se sabe lá onde fica e quiçá a milhares de km de distância do campo de jogo? E ai? Que me contam?