
Você espia assim o placar – 3 a 0 – e conclui: fácil, né?
Ate que foi, em certa medida. Mais por causa das limitações técnicas do Novorizontino do que por uma exibição imponente do Palmeiras, como se deveria esperar pela imensa diferença técnica entre os dois elencos.
O Verdão, o tempo todo, jogou a meia força, mais preocupado em evitar que o adversário o surpreendesse do que em surpreender o adversário, afogando-o em seu campo, criando chance sobre chance, essas coisas que acontecem no mundo moderno do futebol quando há tal discrepância técnica entre um time e outro.
O fato é que, nessa inhanha do primeiro tempo, o Palmeiras abriu a contagem, com Dudu, de pênalti, e só.
No segundo, o jogo ganhou um pouquinho de animação a partir daquele cabeceio de Safira que Jaílson salvou, seguida do toque para o gol escancarado que Victor Luís tirou na hora H.
Na resposta, William perdeu gol feito. Mas, o Verdão só ganharia um tantinho de agressividade com as entradas de Keno e Guerra, nos lugares de Borja e Lucas Lima.
Foi então que chegou ao placar final, com William e Keno, já no finalzinho.
A noite terminou com o Chianti regando a pizza em torno de todo o velho Bixiga, mas ainda espero o dia em que esse Palmeiras de Roger inspire a abertura de um Asti de primeira.
Pêêêêêêêênaaalti Mandrake em Novorizonte! Cara, o verde estava tomando um “calor” do time da casa. Aí abriu a porteira. Quem precisa contratar reforços em lances “Mandrakes” como esse?
LAIR LUIZ, O PIOR CEGO É AQUELE QUE NÃO QUER ENXERGAR. TODO MUNDO VIU O PENALTI, A IMPRENSA , OS TORCEDORES RIVAIS, OS JOGADORES E O TÉCNICO DO NOVO HORIZONTINO, EMFIM, TODOS, MENOS AQUELES QUE SÃO CEGOS PELO FANATISMO..O VÍDEO DO JOGO ESTA NO YOUTUBE PARA TIRAR AS DÚVIDAS, CONSULTE