
Pra quem gosta de futebol (aquele jogo de bola, lembra?, que nós por aqui esquecemos) e ficou plantado diante da tv desde cedo até o anoitecer, o sábado foi muito divertido.
Começou com o Real voltando ao seu padrão doméstico, o oposto do vivido na Liga dos Campeões, diante do Eibar, na casa do adversário. Mesmo assim, venceu por 2 a 1, gols de Cristiano Ronaldo cuja fase atual me faz lembrar daquela histórica manchete de um jornal de Ribeirão, depois de goleada do Botafogo: Paulo Leão fez cinco gols, e só.
Pois tem sido assim o nosso CR7: deixou de lado os dribles estonteantes, as arrancadas fulminantes pelos lados do campo, e passou a se fixar ali na área, com o caderninho na mão anotando um gol atrás do outro.

E o sábado encerrou-se com outro grande de Espanha, líder disparado, o Barça, que sapecou 2 a 0 no Málaga, também fora de casa, com destaque para Dembèlé e Coutinho, as duas principais contratações dos catalães nesta temporada que só agora começam a tomar tento na equipe.
Coutinho fez um golaço de calcanhar, justamente na sequência de bela jogada de Dembèlé, que, por sua vez, executou outros lances de alta imaginação, algo próximo ao que fazia corriqueiramente no Mônaco antes de se transferir e se machucar, guardando longo período no estaleiro.

Entre os espanhóis, eis que surge o Bayern arrasador: 6 a 0, no Hamburgo, pouco para o tamanho do domínio e das chances criadas pelos bávaros. Ressaltem-se aqui dois pontos – mais uma vez, o técnico Heynckes escalou seu time num claro 4-2-4, tido como ultrapassado, com dois meio-campistas (Martinez e Vidal) e quatro atacantes típicos (Robben, Muller, Lewandoviski e Ribéry): e o segundo gol do francês, que passou por três zagueiros como se estes fossem ectoplasmas e meteu nas redes com categoria.

Em seguida, foi a vez do PSG, sem Neymar, sem Cavani, mas com o garoto Nkuku, que fez dois e quase faz quatro na goleada sobre o Metz por 5 a 0.
Por fim, o Chelsea, batendo o Crystal Palace por 2 a 1, numa tarde esplêndida de William (mais uma!), que abriu a contagem com um tiro de fora da área bem ao seu estilo e desfilou classe e dedicação a partida inteira.

O curioso é verificar que nessa agradável jornada de sábado cada um ponteou com seu jeito próprio de jogar, sem se ater a um sistema único de jogo, antigo, moderno ou futurista.
O Bayern, num clássico 4-2-4; o Real e o Barça, num 4-3-3, assim como o PSG,: e o Chelsea num WM disfarçado, com três zagueiros, quatro meio-campista e três atacantes. Claro, que, no rolar da bola e no jogo das substituições, o campo vira as nuvens de político mineiro – ora, parece uma galinha; ora, um cachorro.
Afinal,isso é futebol, não pebolim.
Divertido e encantador, é ver este canhotinho holandês- Robben, desfila seu fino futebol por lá, sempre deixando os adversários a ver poeira.
Já era pra ter sido presenteado com uma bola de ouro há tempos, se náo tivesse sofrido tanto infortunios com as seguidas lesões, nos tempos de Real e Chelsea.
Mss desde que chegou lá no Bayern, ô bacana deu uma renovada no fisico e começou a dar uma correria danada até nas lesões…
Abços
Abços
CARO ALBERTO, ESSA E’ UMA PERGUNTA P VOCE : O AMIGO TERIA UMA EXPLICACAO PORQUE “ELES” NAO
ESCALAM D.SOUZA E CUEVAS JUNTOS P JOGAREM COMOMEIAS? UM SEMPRE PODERIA AVAANCAR MAIS
E TABELAR COM 2 ATACANTES RAPPIDOS.. GOSTARIA DE SSABER SUA OPINIAO E DESCULPE POR USAR
UM BLOG DEDICADO A OUTRO ASSUNTO.
CARO ALBERTO, ESSA E’ UMA PERGUNTA P VOCE : O AMIGO TERIA UMA EXPLICACAO PORQUE “ELES” NAO
ESCALAM D.SOUZA E CUEVAS JUNTOS P JOGAREM COMOMEIAS? UM SEMPRE PODERIA AVAANCAR MAIS
E TABELAR COM 2 ATACANTES RAPPIDOS.. GOSTARIA DE SSABER SUA OPINIAO E DESCULPE POR USAR
UM BLOG DEDICADO A OUTRO ASSUNTO.. PODE PARECER UM COMENTARIO REPETIDO MAS EU QUERO
SABER A OPINIAO DO ALBERTO , SE POSSIVEL.
Eu respondo. Eles não fazem isso por que são burros.
Li com atenção os comentários de José Ignácio Werneck sobre postura táticas dos times na história, dentro mais ou menos da mesma linha defendida por Alberto Helena. Aproveitei para lançar uma ideia de uma nova tática de jogo de futebol compacto e total onde jogadores tanto de defesa quanto de meio de campo e ataque teriam que ter no mínimo os seguintes fundamentos:
1- Passe preciso.
2- Grande domínio de bola
3- Habilidade técnica.
4- Velocidade na saída de jogo.
5- Capacidade de toque na bola 1-2.
O esquema seria inspirado em nada mais nada menos do que na “ala das baianas das escolas de samba”. onde os itens como evolução, preenchimento de espaços e espírito de equipe fazem a diferença. Vejam que essa ala tão importante numa escola de samba tem na evolução dos seus círculos concêntricos a sua grande força. As baianas não deixam buracos nem atrás nem no meio nem na frente evoluindo em equipe, e o que faz a diferença é o conjunto nunca a individualidade. Taí uma ideia ainda xoxa mais não deixa de ser uma ideia. Ao treinador e seu assistente poderia se facultado quem sabe, ao invés de se desguelarem à beira do campo, tocar cuíca e tamborim.