
Tudo bem, ganhamos do Chile no Allianz Parque por 3 a 0, mas, cá entre nós, não gostei do comportamento tático da equipe brasileira. Extremamente cautelosa diante de um adversário desesperado, desfalcado de pelo menos um jogador essencial – Vidal – e tecnicamente inferior.
Sei lá, talvez seja esse o jeitinho de jogar num mata-mata como é o sistema da Copa do Mundo. Mas, já estamos lá há horas e bem que poderíamos oferecer um espetáculo mais agradável, com o Brasil jogando no campo inimigo, envolvendo o Chile e criando várias chances de gol.
No primeiro tempo, por exemplo, só duas: uma, com Neymar, recebendo bom passe de Gabriel Jesus; outra, com o menino, de cabeça, concluindo cruzamento de Renato Augusto, ambas conjuradas pelo goleiro Bravo.
No segundo, o Brasil abriu a contagem justamente numa falha de Bravo, que rebateu nos pés de Paulinho falta cobrada por Daniel Alves: 1 a 0.
E ampliou, dois minutos depois, numa arrancada lá de trás de Coutinho, que serviu Neymar, assistente solidário de Gabriel Jesus: 2 a 0.
Por fim, já nos descontos (ou acréscimos, se quiserem), corner pro Chile que atraiu até Bravo à área brasileira; no rebote, Willian meteu um lançamento de trinta metros pra Gabriel Jesus entrar de bola e tudo, sem goleiro nem coleira.
Claro, o Brasil não sofreu uma dorzinha de dente sequer ao longo de toda a partida. Pudera! Jogando assim, lá atrás, e explorando a velocidade de Coutinho, Neymar e Jesus em intermitentes contragolpes, não correria riscos mesmo.
Por fim, lamento que Tite não tenha aproveitado esse momento para testar alguns jogadores que chegaram nesta última leva, como, por exemplo, Tardelli, insisto. Trocou três jogadores – Renato Augusto, quase ausente, Neymar e Coutinho – por Fernandinho, Willian e Firmino, todos já testados à exaustão.
Mas, como condenar Tite, se sob o seu comando o Brasil acaba de fechar as Eliminatórias tão cheio de glórias?
Por falar em glórias, que gloriosa noite de Messi, autor dos três gols da Argentina sobre o Equador, nas alturas de Quito!
Ele, sobre cujos ombros pesavam todas as críticas e esperanças da Argentina à beira do abismo, assumiu as alturas de seu futebol incomparável e decidiu a questão, transformando o soturno tango numa picaresca milonga.
Bom, Alberto, ao que parece você está ficando chato como o João que comenta aqui também.
Ao meu ver, o Brasil não sofreu sequer um único chute perigoso de uma equipe que foi “bi campeã” da Copa América…ou estou errado?
Lógico, era jogo para testar algumas posições, eu também achei que o Tite pecou nisso.
Mas, fazer o quê?…o homem é assim mesmo, carrancudo em suas idéias fixas, ah, sim, claro, vencedor também.
E por falar em vencedor, estamos fortes o suficiente para “paparmos” mais uma estrela lá na Rússia, acredite!
Quanto a Argentina, bom, eles têm o Messi, o suficiente para ir a copa, mas acredito que não irão longe nesta empreitada.
Enfim, alguns trocadilhos sobre a última rodada, em que na verdade quem jogou tranquilo foi justamente o time do mestre Tite.
Grande abraço e saudações.
Bom fez a Argentina neh cada uma viu!! Ganharam de uma galinha morta e que facilitaram as coisas pra eles, dai nós que terminamos disparado na liderança nao somo nada, cada babaquice
VOCE DEVE TER SIDO MAIS UM IMBECIL PEDINDO PRA O BRASIL ENTREGAR O JOGO,NAO FOI????
E tu Mario, deve ser torcedor da Argentina. Um time mediocre, que nunca ganhou uma Copa do Mundo sem roubo. Se o Brasil tivesse vergonha na cara, não perdia uma para nenhuma equipe daqui da América.
Esse jogo de ontem podem crer é o que temos de melhor para a copa, isso foi o que Tite com seus volantes em mais de treis anos e em todas as eliminatórias conseguiu. . Aqueles que acham que com esse time ai, com esse esquema vamos ganhar alguma coisa, com todo respeito, parecem viver na Ilha da Fantasia seriado inesquecível dos anos 80 do anão Tatoo e do Senhor Roarke .Só digo mais uma coisa: Estamos no mato sem cachorro.
Também sou de opinião que o Brasil vai comer poeira na Rússia. Entretanto não pelo fato de jogar bonitinho economizando as canelas contra o Chile (afinal ganhou, e futebol é bola no gol), porém por outros motivos.
Os times europeus estão levando a coisa muito mais a sério que nós. Enquanto o Brasil e a Argentina disputam na América do Sul contra galinhas mortas, os europeus se digladiam contra times fortes.
Este tema o Alberto Helena já trabalhou algumas vezes e é o tema atual.
O problema não é o que o Brasil fez nesta fase de qualificação contras as galinhas mortas (isto fizemos até bem) porém o que não conseguiremos fazer contas as galinhas vivas no ano que vem.
O Tite não vai fazer milagres, se quisesse modernizar o sistema e mudar a mentalidade do joguinho “feijão-com-arroz” baseado em dois jogadores como Neymar e Gabriel Jesus (enquanto o resto do time cochila atrás), já teria aproveitado todos esses meses em que a qualificação já estava garantida e teria convocado pratas da casa e renovado o time e o sistema.
Não fez, não vai fazer e não gosta de quem faz.
Quando Neymar e Gabriel Jesus tiverem nos quarenta anos estarão ainda sendo convocados, se quiserem.
Enquanto os europeus renovam mensalmente as convocações, no Brasil dormimos, achando que o time tem que ser soletrado por todo mundo, como em álbum de figurinhas do tempo de Rivelino, Gerson, Tostão, Jairzinho, Garrincha e Pelé e Pepe. O Brasil vive de rótulos não de realidades. Se o Neymar (Deus nos livre) se lesionar de novo, tomamos a próxima surra (quem sabe até da Alemanha de novo), o mesmo vai acontecer com a Argentina se o Messi faltar. Assim caminha a humanidade… Na Europa ninguém consegue soletrar na língua uma seleção européia, mas eles entram em campo e descem o pau para rachar, como se fossem ídolos calejados.
Aqui vivemos cantando a escalação e quando chega a hora da verdade e falta um jogador amarelamos todos.
Assim foi em 78 na Espanha, em 82, em 86, (90 foi a exceção, com Romário nos pênaltis), depois na França em 98 amarelamos com o Ronaldo indisposto e amarelamos em casa em 2014 com o Neymar lesionado, e, acreditem ou não, vamos amarelar de novo em Moscou.
Acorda Tite!!!
O brasileiro pode não ganhar o título de campeão mundial de futebol amigos porém, uma coisa é certa, o título de “Manipulados pela Mídia” é com certeza nosso, com louvor. Impressionante o nível de manipulação a que chegamos na política, na religião, na cultura e no esporte. Na política vemos o quadro caótico que o país se encontra. e fazemos de conta que tudo está normal pois a Dilma nos redimiu. Na religião, igrejas proliferam como pizzarias e multidões tratam a cada dia descobrir qual a que lhe trará a riqueza fácil e a que os livrará do fogo do inferno. Na cultura, a classe média trata Romero Brito como Portinari ou um Di Cavalcanti. No esporte, a maioria esmagadora acredita que com um time fraco e um treinador que mais se assemelha a um pastor seremos campeões mundiais.
A seleção brasileira hoje é um time cheio de estrelas mas focados no coletivo. Todos juntos, um so coração.Estou confiante sim, Podemos até não sermos os campeões mas vamos dar muito trabalho aos adversários . Prá frente Brasil
Chorem Bambis…chorem Gambás….chorem Sardinhas….chorem Urubus. Quinze milhões na Arena mais bonita do mundo…recorde de arrecadação no Brasil…não é prá qualquer um…avante Palmeiras !!!!!
Helena, saindo um pouco do jogo, quero dizer que onde moro, pelo menos, que é aqui no litoral paulista, não ouvi fogos, nem quando a seleção fez gols, tampouco quando acabou o jogo, ao contrário de anos atrás. Sinto que o torcedor brasileiro anda indiferente com a seleção. Os torcedores não estão separando o que é feito dentro de campo com denúncias e provas de corrupção de dirigentes, não só do futebol mas também em outros esportes. Essa indiferença dos torcedores chega a ser triste. Não faz tanto tempo assim vibrávamos com as seleções de Telê e também até às da década de 1990. É óbvio que comissão técnica e jogadores não tem culpa de escândalos, mas essa indiferença é muito triste. Quando começar.a copa ano que vem isso deve ser amenizado, deverão torcer mais. Mas que esse exemplo sirva para muitos políticos, pois ano que vem haverá eleição, e que os políticos saibam que o povo não é mais tão alienado como antes. Podem ter certeza que o povo vai procurar saber quem tem denúncias, ficha suja e tudo mais, e assim deverá ocorrer uma limpa no Congresso e em outros seguimentos ano que vem. E assim esperamos que aconteça mesmo. O Brasil precisa mudar pra melhor.
Concordo contigo, escrevinhador.
No roteiro do jogo contra o modesto Chile, vi cenas com Brasil atuando com 7 ou 8 jogadores lá na casinha e quando trocou Renato Augusto por Fernandinho- um meia-armador por um volante, isso me deixou me bem impressionado como o velho Tite mesmo com jogadores de escol , sobretudo nos pés de Ney,Coutinho e Jesus; ainda continuam com o seu tradicional feijao com arroz ou seja bumbum la atras e apostando nos contragolpes.
Faço mesma questão no qual fez sobre a França, e se o Brasil tivesse um Guardiola?
Quem sabe viamos a arte do futebol esmerilhar.
Abços.