
O primeiro tempo do jogo em Barranquilha se resumiu àquele toque esperto de Neymar pra Willian acertar um petardo no ângulo esquerdo de Ospina, no finalzinho.
De resto, seja pelo calor excessivo, seja pela situação cômoda do Brasil na tabela das Eliminatórias da Copa, ou ainda pelas escolhas do técnico Tite ao substituir os ausentes Marcelo, suspenso, Casemiro e Gabriel Jesus (ambos no banco), o fato é que o Brasil não evoluiu com a fluência que lhe tem sido habitual nesta competição, desde a ascensão do ex-técnico corintiano.
Felipe Luís, Fernandinho e Firmino não responderam às exigências.
Felipe Luís, um lateral-esquerdo convencional, mais defensivo, não colaborou devidamente com os avanços tupiniquins e ainda por cima foi envolvido naquela trama entre James Rodriguez e Arias que resultou na cabeçada fatal de Falcão Garcia logo no início da etapa final.
Fernandinho, apesar da grande mobilidade, nem de longe deu aquela segurança no desarme e no passe certo de Casemiro, um volante com extraordinário senso de colocação, atributo essencial para quem joga por ali.
E Firmino passou em branco, entre outras coisas pela baixa produção de Renato Augusto como meia-armador, incapaz de abastecer o ataque devidamente. Melhor teria sido testar Luan, em grande fase no Grêmio, por ali.
Mas, Tite sabe o que faz.
E olhe que James Rodriguez ainda acertou o poste brasileiro naquela cobrança de falta surpreendente.
Mas, isso foi tudo, embora nosso time tenha melhorado um pouco depois das entradas de Gabriel Jesus e de Coutinho.
Mas, mesmo com uma atuação mediana, esse Seleção de Tite nos transmite uma sensação de segurança que há muito não se sentia: se não vencer, perder não perde.
Não é pouco para o torcedor brasileiro que estava acostumado a viver entre sobressaltos e decepções até a ascensão de Tite no comando do time. E isso se deve, sobretudo, à capacidade de o nosso treinador dar a devida organização tática-técnica à equipe.
Ótimo comentário, Alberto.
É isso mesmo, eu até poderia citar o jogo como “tranquilo” demais para o Brasil, situação esta que devido a classificação antecipada e o “titulo” do torneio, fez algumas experiências meio que frustrantes.
Fato claro, depois do empate, os dois times jogaram como se fosse um “rachão elitizado”.
Fazer o quê?…o torcedor, muito crítico por sinal, haverá de criticar negativamente a seleção, mais uma vez.
Devemos começar a jogar com times mais fortes, desta vez, que venham os famosos “europeus”.
Grande abraço e saudações.
Mbappé novo l’enfant doree da França me pareceu um rapaz extremamente nariz empinado para o tamanho do seu futebol. Os franceses a procura do seu Pelé, o novo xodó francês nem de longe chega aos pés de Zinedine Zidane, muito menos de Neymar ou Messi, no entanto, Arsene Wenger já profetizou que o mesmo será melhor que Pelé, Wenger bebeu muito champagne antes de falar tamanha bobagem. Bem, no mundo em que o mercado diz o que é certo ou errado, é bem provável que logo logo ele seja o novo Rei e Nymar passe a bufão morando exatamente no seu palácio.