
O domingo amanheceu lançando um raio de luz sobre o sombrio sábado de abertura do Brasileirão. Afinal, Fluminense e Santos, num Maracanã de 30 graus, ofereceram um espetáculo emocionante, feito de um futebol jogado sempre pra frente, de lado a lado, com lances inventivos, bolas nas traves e tal e cousa e lousa e maripousa.
Venceu o Flu, por 3 a 2. Mas, poderia ter sido o contrário que cairia bem do mesmo jeito.
Destaque? A volta de Lucas Lima ao seu futebol esfuziante, depois de um longo período à sombra: armou, driblou, chutou e fez um lançamento mágico para Bruno Henrique servir a Hernández no segundo gol peixeiro.
À tarde, o sol voltou a brilhar ainda mais forte sobre o Parque Verde, onde o Palmeiras, finalmente, jogou com imposição diante do Vasco, que, por sua vez, surpreendeu no primeiro tempo sob o comando desse menino de ouro – o volante, meia, atacante Douglas, autor daquela bola na trave de Fernando Prass capaz de equilibrar o placar.
Mas, o Palmeiras, ainda que um tanto trepidante na etapa inicial, disparou 2 a 0. O primeiro, com Jean, de pênalti, logo aos 4 minutos, e o segundo, com Guerra colhendo rebote do goleiro, depois de disparo de Jean.
Na segunda fase, porém, o Verdão tomou conta da partida, fez mais dois, com Borja, de cabeça, e de pênalti (ufa!) e poderia ter ampliado em mais duas oportunidades, com Guerra e Dudu, pelo menos.
Já as sombras voltaram a cobrir o Mineirão, onde Cruzeiro e São Paulo, morrendo de medo um do outro, passaram todo o primeiro tempo lá atrás.
No segundo, logo aos 2 minutos, Ábila marcou o único gol da partida, depois de lambança de Maicon bem aproveitada por Alisson, que serviu o gringo na área.
É verdade que o São Paulo, depois de Rogério desfazer o malfeito – aquela velha história de três zagueiros e três volantes -, teve a iniciativa do jogo, sem, contudo, criar as chances claras necessárias pra mudar o placar.
Contudo, as luzes banharam de vez a Fonte Nova, onde o Bahia espantou o Furacão, por 6 a 2, e o Moisés Lucarelli, a Macaca goleou o Leão por 4 a 0, em tarde de Clayson, prestes a mudar de galho alvinegro.
Enfim, entre mortos e feridos, a rodada inicial do Brasileirão foi salva.
Mas o Lucas Lima fez o que você falou, armou, chutou, etc, só não fez, o que também deveria fazer,,. que era os outros 50%, participar pelo menos ou pouco do jogo, nos momentos de pressão do Fluminense. Daí somando com outros que também jogaram assim,, as derrotas do Santos.
DE TREPIDANTE EM TREPIDANTE: PÊÊÊÊÊNALTI ,MANDRAKE NO PALESTRA!!!! È… CERTAS COISAS NUNCA MUDAM…..
O que me deixa triste não é o que o futebol faz, mas a dor de cotovelo que os anti Verdão sentem.
palha;ada mesmo
o peixe foi roubado tbm
Está começando o mais penoso campeonato nacional do mundo: serão 38 rodadas, com deslocamentos muito longos (num País maior que a Europa), estadias em hotéis a maior parte do tempo, etc, etc, tudo para satisfazer a ideia de 2 turnos completos – defendida por alguns, que querem copiar a Europa em tudo. Esquecem-se que num país europeu, as distâncias são iguais ou menores que as dos nossos Estados, podendo ser percorridas em ônibus, tipo bate-volta, sem estadias nem permanência por longos períodos em hotéis. Bastava um turno, com 19 jogos (ou 23, caso de aumentar a Série A para 24 clubes), já que, na grande maioria das vezes, o “campeão” do 1º turno vence o campeonato. Prá que o 2º turno? Ah, tem a TV….., com seus interesses que não podem ser contrariados, determinando jogos às 11 hs, ás 22hs, de 2[ a domingo (considerando a Série B), etc, etc, etc.