
O fim de semana nos reserva um clássico pra se assistir com o champanhe gelando ao lado. Isso, claro, se Santos e Palmeiras jogarem tudo que sabem, sem medo, nem vergonha de ser feliz.
O Santos precisa mais da vitória do que o Palmeiras, com vistas à classificação para a próxima fase do Paulistão. Além do mais, joga na Vila, sua fortaleza habitual.
Mas, o Verdão, campeão brasileiro, é uma seleção de bons valores que estão sendo ajustados ainda sob nova direção e com muitos reforços, enquanto o Peixe, se jogar completo, já está pronto desde a temporada passada, quando se sagrou campeão paulista e vice brasileiro, o que não é pouco, meu, embora ainda careça da zaga titular – Luís Felipe e Gustavo Henrique, dois esteios na campanha da temporada passada.
Ambos jogaram pela Libertadores neste meio de semana. o Palmeiras foi aquele sufoco, aliviado com o gol de Mina no último suspiro do jogo. Já o Santos, que voltou a ter em campo Renato, Lucas Lima e Ricardo Oliveira, três jogadores essenciais num elenco mais modesto, sofreu no primeiro tempo pra varar a retranca do Strongest, antes de Ricardo Oliveira, numa cobrança de falta magnífica, abrir a contagem fechada por esperta cabeçada de Renato, em passe de Lucas Lima, gols entremeados de uma série de chances criadas e desperdiçadas.
Por tudo isso, é de se presumir que, infelizmente, não teremos um Verdão tão desabrido a ponto de transformar o clássico num desses momentos raros de magia do futebol brasileiro, com o jogo lá e cá o tempo todo.
Pragmático por natureza e estilo, imagino o técnico Eduardo Baptista armando sua equipe com extremos cuidado lá atrás e apostando no contragolpe rápido para matar a partida. Mas, se quiser peitar o Peixe na Vila, também pode, pois possui jogadores com vocação e talento para tal, sobretudo se começar com Keno por um lado e Roger Guedes pelo outro.
Mas, o melhor é esperar pra ver, torcendo para que a ousadia espante o medo do Alçapão.
Alberto Helena Jr.
Você além do texto excelente coloca sempre o dedo na ferida de maneira cirúrgica, o clássico ganha um sabor especial porque o Santos está em situação constrangedora, precisando jogar muita bola para ainda se classificar e o meu time o Verdão está mais tranquilo praticamente classificado para brigar pelo título, o Santos se fortalece muito na Vila Velmiro (estádio sem condição para a disputa hoje em dia de campeonatos, deveria ser tombado pelo patrimônio público e virar um museu do futebol para visitação pública e conhecimento do esporte) mas o Verdão está ainda se ajustando e procurando uma identidade no estilo de jogar segundo a visão do Eduardo, então digo que será um clássico bastante disputado. Saudações palmeirenses.
Estoy mui bien, mui bien miesmo, ah esses inhambus !
Dei uma idéia para acabar com os casemiros da vida e ninguém sequer leu ou comentou. A idéia certamente imprimiria uma dinâmica nova no futebol, entretanto, os gênios se limitam a falar de brigas de torcida, arbitragem etc etc. Inovação? Que se dane as inovações.
Uma linha pontilhada entre a intermediária e o círculo central
A proibição do time atrasar a bola para qualquer jogador após essa haver cruzado a linha pontilhada
A devolução da posse de bola do infrator ao adversário.
Reposição da bola em jogo pelo adversário a partir da lateral da linha pontilhada com os pés.
Com a nova regra:
O que aconteceria com os brucutus que só sabem dar chutão e dar a bola para trás?
O que aconteceria com a velocidade do jogo?
O que aconteceria com o tempo corrido de jogo?
O que aconteceria com a marcação de gols por jogo?
O que aconteceria com a nova postura das linhas de defesa e o meio de campo?
Concordo com tuas palavras, meu velho Betinho.
O Capataz do Palmeiras tem por maos ; jogadores por ousar um estilo mais agressivo.
Montar uma equipe mais tecnicamente sofisticada em campo; em um 4-3-3 .
Com linha defensiva ja definida,
Na meiuka – Felipe Melo, Che Che e Alejandro Guerra e na linha ofensiva – Dudu na ponta direita ; Roger Guedes na esquerda e Borja como atacante.;
Eis um time mais bacana de ser ver jogar.》》
Ate mais.
Bjus