
A Copinha, que se transformou num gigantesco vaso egípcio de grotesco formato, já começou com o Palmeiras passando um sufoco diante do Paranoá e o São Paulo goleando o Genus (quem?) de Roraima, creio.
É verdade que essa fase inicial não quer dizer muita coisa, pois são confrontos, em geral, desproporcionais – times grandes dos principais centros do futebol brasileiro, montados em estruturas refinadas, contra clubes nanicos (muitos deles, apenas uma vitrine de empresários de jogadores) , vindos de toda parte do país, alguns em verdadeiras aventuras merecedoras de um relato do Kerouac de plantão.
Assim, o que vale mesmo (aliás, esse deveria ser o objetivo principal da competição) é observar aqui e ali os novos valores que se prenunciam em nossos campos.
No caso do Palmeiras, que havia começado um tímido processo de promoção há uns dois anos, o que resultou no milagre do menino Jesus, já nos braços de Guardiola, a coisa fica mais difícil ainda, graças ao sucesso financeiro e técnico do clube no ano findo, acelerado pelas muitas e promissoras contratações para a atual temporada.

Já ao Tricolor, estrangulado financeiramente pelas desastrosas administrações do último decênio, só lhe resta esse caminho como tábua de salvação: buscar na base as soluções para o time principal. O que, aliás, coincide com o projeto do seu novo treinador, o mito Rogério Ceni, cujos primeiros passos na nova função em seu velho clube foi justamente enfronhar-se no cotidiano dos moleques e, dentre eles, extrair oito que já se integraram aos titulares para a disputa da Copa Flórida.
Nessa praia, dois meninos já se destacam – os meias Shaylon e Frizzo, armador, canhoto, que deu um verdadeiro show na goleada sobre o Genus, na noite desta terça-feira. E Shaylon, tipo espigado, de jogo clássico e mais agressivo, que vi em ação na Copinha anterior, já foi contratado da Chapecoense.
Ah, sim, ainda tem outro meia-armador bom de bola, Lucas Fernandes, que deve estar saindo de longa estada (estadia é pra cavalo, seus jumentos!) na enfermaria do clube.
O que isso quer dizer? Quer dizer que sinaliza o bom caminho a ser trilhado pelo novo treinador, com um meio de campo tecnicamente mais qualificado – menos volantes e mais meias -, ainda mais com a chegada de Cícero, um desses raros meio-campistas versáteis e que sabe jogar, tanto atrás quanto na frente.
É de se esperar pra ver.
o tempo responderá
Mesmo com Roberto Ceni convocando Jaspion e desfacando o time,o São Paulo fez 5×0 no Gênesis ! Foi demais !
Alberto Helena Jr.
O Palmeiras sempre teve um péssimo trabalho de base até a entrada da diretoria do clube presidida pelo Paulo Nobre que deu uma sacudida geral no departamento de futebol, isso em 2013, que começa a frutificar agora, com os times sub 11, sub, 13, sub 15 sendo campeões paulista, já no sub 20 revelamos alguns valores como o João Pedro, Nathan, Matheus Salles, Gabriel Jesus (que foi puxado da várzea para a base do Palmeiras) e do time atual que disputa a copinha há que se observar com bons olhos, o goleiro Daniel Fuzatto, o Augusto, o Alan, o Artur (que está na seleção brasileira), o Kaue, o volante de nome Cardinas (se não me engano) que darão um folego para o Verdão chegar pelo menos as fases finais do torneio. No mais texto perfeito como sempre. Saudações palmeirenses.
vcs da gazeta que costumam mais falar mal do que bem da base do São Paulo saibam que o tricolor tem conquistado todos os títulos da base possíveis e mesmo assim vcs ainda insistem em falar mal da base do São Paulo e saibam que há grandes valores sim é que vai calar a boca de muitos de vcs da imprensa!!!!
200 milhões em ação pra frente Brasil do meu coração……Quanto riso Ó quanta alegria….A mão de Deus abençoou em terras brasileiras vou plantar amor! Eu te amo meu brasil eu te amo…….Povo marcado eh povo feliz! Carcará pega mata e come! Morreu na contra mão atrapalhando o tráfego….Pai afasta de mim esse cálice, de vinho tinto de sangue….Apesar de você……Hi Houston Brazil have a problem!