
O domingo começou com Cristiano Ronaldo e terminou com Lionel Messi.
O gajo, lá no Japão, levantou a taça do mundo de clubes com três gols na vitória do Real sobre o Kashima por 4 a 2, na prorrogação, já que, no tempo regulamentar, o jogo acabou empatado – 2 a 2 -, espelho da soberba merengue que não esperava tal resistência, segundo declarou o próprio Ronaldo depois do jogo.
Enquanto o via falando na tv lembrei-me de uma velha manchete já tingida de sépia de um jornal de Ribeirão Preto, depois de goleada do Botafogo sei lá contra quem. Algo assim: Paulo Leão fez quatro gols. E só.
Pra quem não sabe, Paulo Leão era um desses artilheiros implacáveis mas de futebol reduzidíssimo.
Claro, não é o caso do CR7. Aliás, o murruga, quando despontou no Sporting e se consagrou mundialmente nos Diabos Vermelhos de Sir Ferguson era o fino dos dribladores eméritos. Investindo pela ponta-direita feito um Julinho Botelho dos velhos tempos, arrasava as defesas com seus dribles, fintas e pedaladas, a tal ponto de eu ter ouvido de um grande narrador e querido amigo, à época, a seguinte definição de Cristiano Ronaldo: “É um firuleiro”.
Se foi, já não é mais há algum tempo, Com o passar dos anos, Cristiano Ronaldo foi enxugando suas atuações, reduzindo-as praticamente à bola final, destinada a quebras de recordes como artilheiro, um atrás do outro.
Contra os olhinhos puxados nesta manhã, praticamente foi uma alma penada perambulando pelo ataque merengue, que se materializou na área por cinco vezes – três nas redes e duas, quase. Um assombro.
Já Messi, não. Além dos tantos gols, participa o tempo todo do jogo do Barça, sempre, com uma técnica e uma habilidade inacreditáveis.
Na goleada sobre o Espanhol por 4 a 0, no clássico da Catalunha, fez só um, fechando o placar. Mas as duas jogadas por ele protagonizadas no segundo e terceiro gols do Barça merecem ser reverenciadas por toda a eternidade. Numa, bola colada àquela canhota mágica, passou por quatro adversários no espaço de um cubículo de doméstica do passado, e bateu para o goleiro replicar nos pés de Suárez. Na outra, repetiu a dose para Alba se antecipar e guardar.
Entre os feitos de Cristiano e Messi, a tensão extrema do clássico inglês disputado por City e Arsenal, dois times de estilos semelhantes que começou lá e cá, em alta velocidade, sobretudo depois do gol de abertura de Walcott.
Mas, aos poucos, o City de Guardiola e Yayá Touré foi tomando conta da bola e do espírito da partida, a ponto de revirar o placar, com Sané e Sterling, o que deixou os azuis de Guardiola na vice-liderança do campeonato e rebaixando o Arsenal, que repete a mesma toada de sempre: quando chega perto da ponta, desaba.
Ah, sim, pouco antes, na Alemanha, o Bayern vencia o bem armado, embora lanterna, o Darmstadt, por apenas um golzinho.
Golzinho? Bota ão, ão, ão nisso aí, meu! Pois o nosso Douglas Costa, em bola rolada por Thiago Alcântara (o que está jogando o filho do Mazinho!), ajeitou e meteu uma canhota de vinte metros no ângulo do goleiro. Valeu por uns três, mais ou menos.
Não seria,se dois metres como Messi e Ronaldo morassem aqui, eles não suportariam o latido de cães ! E forçumelas á parte, Cássio ! Mais uma canivetação da mídia sobre urioformes ! Mas essas ondas são universalamentes bóvias ! E estarão lá ! Elas estão todas lá !
Caro Alberto Helena. Sou de Porto Alegre e estou em Manaus há 16 anos. Gremista Penta Campeão da Copa do Brasil. Tive a sorte de ver no Olímpico, Pelé jogar três vezes. Uma vez já seria suficiente para entender que NUNCA teremos algum Jogador que nem Pelé. Parecido alguns MAS Messi depois de Pelé inegavelmente é o Melhor. AS VEZES DEIXO DE VER JOGOS DO GRÊMIO SÓ PARA VER O MESSI JOGAR.
Messi é um leopardo caçando indefesos suricatos na savana seca Queria ver ele marcado por Oscar, Chevrolet, Rondinelli, não esses pets tosados de babado e franjinha.
Detonaria os três,pois Messi é o número 2 da história.Casagrande passava por Oscar e muitos passavam por Chevrolet ( Luís Pereira ) e Rondinelli ! Saldinha,mestre também de não reconhecer os incríveis do futebol,como Messi e o vitalício técnico da seleção, Adenor Tite Bachi ! Saldinha, o futebol hoje se chama Cristiano Ronaldo e Casemiro !
Messi é o mais habilidoso ,mas Cristiano é o melhor da temporada , pelo Real e a seleção Lusa foi campeão .