
Mestre Cuca acertou a mão no sal e errou na pimenta.
Acertou quando voltou para o segundo tempo de um jogo até então inócuo, pleno de faltas e erros de passe, com o centroavante Leandro Pereira no lugar de Erik, um dos três avantes fluidos do Verdão em campo.
Com isso, deu profundidade ao seu ataque e logo foi criando chance atrás de chance: o menino Jesus, de cabeça, mandou a bola à trave, logo no primeiro minuto; aos 5, Leandro Pereira, em disputa com o goleiro, abriu a contagem, de testa; aos 8, Dudu divide com o goleiro e Leandro Pereira, com as redes vazias, toca por cima; e, aos 14, Mina, escoltado por mais quatro companheiros, emplacou os 2 a 0, em triangulação bem feita por Dudu, Moisés e Roger Guedes que cruzou para o zagueiro marcar embaixo da trave.
E ainda Gabriel Jesus teve nova oportunidade, quando, de cabeça, obrigou Wilson a fazer defesa salvadora.
Um minuto antes, Cuca havia trocado Guedes, que fazia sua melhor partida das últimas que disputara, pelo volante Thiago Santos. O castigo veio de imediato, com aquele gol de Iago, na sobra de corte providencial de Vítor Hugo quando Jaílson estava fora da meta.
Ah, mas foi apenas a troca de um atacante por um volante que fez o Coritiba reduzir o placar?
Não, meu amigo, não é apenas a troca em si. É, sobretudo, o que ela representa e seu efeito psicológico sobre os dois times em ação. Um, entende o recado: pô, tá na hora de segurar esse resultado. Outro, êpa, eles também nos temem, tá na hora de atacar.
E o Coxa, que havia passado o tempo todo lá atrás, morrendo de medo do Verdão, botou as manguinhas de fora e chegou ao seu gol de honra no segundo disparo à meta palmeirense ao longo de toda a partida.
A partir daí, até o apito final, o jogo virou pelada. Era chutão pra cima, carrinho pra cá e pra lá, um verdadeiro pavor para a torcida palestrina, que mais uma vez lotou o Allianz Parque. E, que, no fim, respirou aliviada ao celebrar a permanência do Palmeiras como líder isolado do Brasileirão, merecidamente, diga-se. Ufa!
Esse time medíocre dos porqueiras, farão assim todos os jogos em casa, farão abafa para fazer gol e se retrancar, pois time e elenco ele não tem.Por isso quem está jogando o melhor futebol no momento é o Mengão.Mas amanhã o cruzeirinho que luta para não cair , com o seu treinador covarde, que abandonou o Mengão no meio da disputa da Copa do Brasil de 2013, achando que o Mengão ão tinha time para ser campeão na época e os jogadores e com Jayme de Almeida mostraram para o covarde mano menezes,que o Mengão não é só técnica e sim raça.Por tudo isso ,Mengão logo logo assumirá a liderança e deixará os porqueiras na vice, mostrando que são time de cavalos paraguaios, aliás são 22 anos sem levantar a taça do brasileirão e ainda tem gente que diz que esse time é o maior vencedor do século, só se for do século dezoito, Dá-lhe Mengãoo!!!
kkkkkkkkkkkkk, como doi em mengão
Oliveirinha, você é cansativo, com teu flamenguinho freguês do Parque Antártica.
O único ponto em que não concordo com o Helena é que o Curitiba tenha ficado atrás escondido todo o primeiro tempo. De fato se tem esta impressão, porém a realidade é que o Curitiba tem um potencial de jogo melhor que sua posição na tabela. Naturalmente jogando fora todo lobo vira carneiro, porém isto mais tático que real e Palmeiras sentiu o assédio paranaense. Mas o jogo do líder deu para o gasto.
Um time que ganha não ganha só, é necessário também ter um técnico.
No momento só há um técnico no brasileiro, e ele está a serviço do Palmeiras.
O Palmeiras é o time do momento com o técnico do momento, ponto final.
Alberto Helena Jr, seus comentários são sempre sensatos. Parabéns!
Tem carnaval no altiplano. A Bolívia decretou carnaval por 3 dias em função da ausência de Casemiro do jogo contra a seleção da CBF. Uma enorme perda. Tite para ser coerente com sua filosofia de jogo deveria convocar um dos seguintes jogadores:
Petros, Diguinho, Ralf, Edinho, Luiz Gustavo. Todos grandes jogadores de meio de campo, criativos, com invejável visão de jogo aliado a uma indescritível habilidade técnica.
Volta Casemiro e Fora Temer!