
Meu ímpeto inicial é repetir o que certa vez disse o presidente-sociólogo: esqueçam tudo que escrevi sobre a nossa Seleção Olímpica.
Mas, pensando bem, resta um fio de esperança e não estou ressuscitando mestre Telê Santana, embora pudesse fazê-lo, no caso.
Em meio à imensa decepção causada pela Seleção na estreia das Olimpíadas no zero a zero com a África do Sul, sobrevive a expectativa de que nada funcionou como o proposto e previsto não por razões táticas e técnicas, mas, sim, porque estes dois elementos básicos foram drenados pelos nervos expostos da rapaziada na pia do batismo.
Sim, porque esse time foi preparado para tocar a bola com ciência e habilidade do meio da defesa ao ataque. Marcar por pressão no campo adversário e explorar o talento, a velocidade e a versatilidade dos nossos três atacantes.
Pois, fizemos tudo ao contrário: marcação a partir do nosso próprio campo, bolas esticadas a esmo e um naufrágio técnico dos nossos mais hábeis jogadores. Sobretudo, Neymar, que cumpriu a pior performance de sua carreira brilhante: errou passes elementares, cruzamentos fáceis e tropeçou na bola justamente naqueles momentos em que habitualmente produz magias.
Mesmo assim, deu quatro chutes perigosos e rolou duas bolas aos pés de Gabigol e Luan que poderiam ter definido a vitória.
Mas, o momento mais agudo foi aquele em que Luan chutou enviesado e o menino Jesus, ausente a maior parte do jogo, de carrinho, mandou a bola no poste.
Tampouco Renato Augusto, outro dos veteranos brasileiros em campo, cumpriu seu papel à altura de suas possibilidades. Tanto, que o Brasil só melhorou um pouco sua armação de jogo depois que foi substituído por Rafinha.
Se bem espremida a atuação individual de nosso time, só cai uma gota de cristal: a presença de Thiago Maia no meio de campo – foi quem mais roubou bola e soube distribuí-la com exatidão, em passes curtos ou longos, sem falar no refinado senso de colocação num meio de campo difuso.
E olhe que jogamos quase todo o segundo tempo com um a mais, por causa da expulsão de Mvda.
Mas, enfim…
No jogo contra o Japão a seleção deu muitas esperanças. Rafinha/Felipe Anderson/Thiago Maia no meio jogaram muito bem. Pois bem, na hora da onça beber água Micale tira Rafinha e coloca Renato Augusto que não jogou nada. A impressão que fica é que o lobby pró Renato Augusto é muito forte basta assistir ao SPORTV e ouvir Roger Flores. Neymar completou o resto do serviço. Individualista como sempre é um liderança negativa que vai nos custar caro. Neymar a cada competição prova que não é jogador de seleção.
Neymar esta fora de forma e sem ritmo de jogo,essa olimpiada está sendo sua pré-temporada pra ganhar novamente sua forma física perfeita novamente,pra um jogador ficar em plena forma física precisa no mínimo 1 mês,então tenhamos paciência,pq ele mesmo sem ritmo as jogadas mais perigosos saiu dos seus pés,então rlx ai pfv.
É verdade, porém, ele está sempre em forma para suas baladas.Pera ai, na entrevista ao SPORTV ele não disse que “balada ele ia sempre o importante era que no dia do jogo daria a resposta”. É verdade, ele dá a resposta, sumido e acovardado. Neymentira é showman da Neyglobo.
Lógico, Sardinha ! Apesar de não ser peso-pesado, ele fez uma luta e tanto contra Daniel, que com seu disco Reino encantado, que dizem que Henrricou ! O Palácio do Paraco, Saldinha, é uma das melhores opções que ele levou a sério o namoro com ela, que foi ao ponto das piras de Massachusets !
Toda a verdade foi dita, nesta perfomance caotica da Seleção! Um jogador se torna craque quando mesmo na adversidade ele luta, da combate, tenta empurrar sua equipe com brio e responsabilidade!Nao vi nada disso nesta noite; mais quem sabe um jogador com futuro promissor esta nascendo:Thiago Maia!
A frustração foi grande não especificamente pelo resultado,apesar de jogarmos com um homem a mais boa parte do segundo tempo,mas sim pela baixa qualidade da atuação da equipe.Ficou notório que Renato Augusto não encaixa neste time e espera-se que Micale admita e atue adequadamente para a próxima partida.
O lado bom é que no grupo do Brasil tudo está igualado e com 4 ou 5 pontos nos classificaremos,mas é bom preparar um estoque de paciência e sofrimento para a seqüência.
Gente , esquece , o 7×1 foi logo ali e de lá para cá não houve nenhuma mudança substancial,nem de atitude e nem nas vertentes das categorias de bases que é onde devemos agir rapidamente com sabedoria e trabalho técnico. Lembrando em tempo , há na CBF uma comissão de mudanças que é para fazer as mudanças ,mas quem comanda é o sr. Parreira que está lá há mais ou menos uns 45 anos , desde da conquista de 1970 no Mexico. Se ele até agora esta lá e não viu nada em que merecia mudar o que ele agora vai fazer! Não sabe!mas não largo o bastão para outro ou quem queira fazer alguma coisa.
Como disse anteriormente: não tem time, técnica, tática é um amontoado de jogadores sem compromisso com a verde amarela, salvo raras exceções !!! FORA NEYMAR !!!
a falta de interesse da molecada jogar futebol nas ruas cola de meias,aqueles rachas nos campinhos improvisados.,rua contra rua da mesma vila sem contar com a varzea que nos domingos lotavam os campos da periferias.hoje nem campo tem mais: como que vamos criar mais jogadores,a nao ser nos laboratorios dos clubes