
Era de fato um coletivo um pouco mais acirrado pela disposição dos panamenhos, fracos tecnicamente, mas fortes fisicamente. E o Brasil, às vésperas da estreia na Copa América, venceu por 2 a 0, gols de Jonas e de Gabigol. Isso, porém, é um tanto irrelevante.
O mais significativo foi observar que esta Seleção Brasileira se propôs a abdicar daquele joguinho defensivo feito de estirões para o ataque, um pingue-pongue irritante e inconsequente, substituindo-o por um toque de bola mais ciente. E mais: no segundo tempo, pela primeira vez nas últimas décadas, o Brasil abriu mão dessa praga dos dois volantes, ao trocar Luiz Gustavo por Hulk, que entrou pra jogar no ataque enquanto Renato Augusto, um meia típico, recuava para começar a armação da equipe lá de trás.
Duvido que essa formação comece a disputar a Copa América, mas já é um avanço termos pelo menos a perspectiva de que poderá ser utilizada em certas circunstâncias.
Outro valor desse jogo-treino foi o do garimpo entre os jogadores que podem ou não formar desde já o time titular.
Nesse jogo do entra e sai quem levou a palma, sem dúvida, foi Gabigol, que mal pisou o gramado e já foi fazendo seu gol, com muita categoria – um toque de canhota fora do alcance, em rebote do beque na área. Não só isso: apesar do pouco tempo em que esteve em campo, deu um passe de calcanhar pra Daniel Alves, em jogada vertiginosa, e serviu Kaká de bandeja, num quase gol.
Por falar em Kaká, essa foi uma curiosidade da partida.
Chamado de última hora para o lugar de Douglas Costa, Kaká entrou e se atirou com tudo na bola. Mesmo com um talhe mais bem nutrido do que aquele dos seus bons tempos, correu feito louco, trombou com o adversário, reclamou de Hulk que não lhe serviu uma bola de jeito e tal e cousa e lousa e maripousa. Se não produziu grande coisa, pelo menos serviu para estimular seus companheiros mais jovens a derramar suor em campo.
Mas, não é pra isso mesmo que Duinga o chamou? Então, cumpriu à risca seu papel.
Agora, se o amigo me perguntar qual será de fato nosso time para a competição continental, pedirei desculpas, mas não sei.
Só sei que, se dependesse de mim, escalaria essa mesma defesa, com Felipe Luís no lugar do menino Douglas Santos, que não foi mal, diga-se. E, do meio de campo pra frente, Casemiro, Renato Augusto, Lucas Lima, P. Coutinho (que foi muito bem no primeiro tempo), Willian ou Jonas e Gabigol.
Helena ,jogar contra times como o Panama tem sido facil vencer , mas esta semana vem pela frente o Equador que é o lider das eliminatoias sul amaricana ,tem um time mais forte ,então vamos ver que qual situação e formação o time de Dunga vai se comportar e atuar.Qualidade neste time tem ,mas depende da formação e esquema de jogo e tambem passa pelo atitude e assimilação dos convocados .
O grande problema é que não temos treinador….o mal humorado do Dunga pode esbravejar a vontade,discordar da opinião das pessoas,achar que essa seleção é tão boa quanto a de 1994,que vai continuar a não ser um treinador,vai continuar dando patadas e tratando mal as pessoas e afastando cada vez as pessoas de assistirem o jogo da seleção