
O Corinthians está fora da Libertadores e o mundo alvinegro desabará sobre a cabeça do centroavante André que desperdiçou de forma abjeta aquele pênalti, que, somado ao convertido por Marquinhos Gabriel, teria feito toda a diferença.
Mas, no fim das contas, deu empate, em Itaquera, por 2 a 2, placar que, na verdade, só classificou os uruguaios porque o Timão foi extremamente precavido no jogo de ida, em Montevidéu, que terminou num empate sem gols.
Quero dizer que a desclassificação do Alvinegro resultou mesmo da soma de equívocos nos dois jogos, lá e cá, não apenas no gesto desastrado de André. Fruto desse momento de transição vivido pelo time, que deu a falsa e inesperada sensação de súbita recuperação no início da temporada e que, agora, depois das quedas antecipadas no Paulistinha e na Libertadores, se revela mais nitidamente. No duro, no duro, falta no elenco corintiano ao menos um craque, aquele jogador de alto nível, capaz de romper o lugar-comum quando necessário.
Voltando ao jogo em si, isso ficou muito evidenciado nesta noite de quarta-feira diante do Nacional. Jogo em que o Corinthians saiu perdendo por duas vezes e foi buscar o empate, graças à maior posse de bola, coisa de mais de 60 por cento ao longo de toda a partida. Uma posse de bola, porém, resultante do empenho um tanto desarvorado do Corinthians mais o estilo típico dos uruguaios, que preferem entregar a bola ao adversário e fechar a porteira.
Mesmo assim, além do pênalti perdido, o Corinthians teve mais duas chances claras – a última, já nos descontos, com Romero chutando pra fora, sozinho.
Bem, enquanto isso, o Galo, no Independência, em jogo torturante, despachou o Racing, por 2 a 1, graças àquele gol de cabeça de Pratto, que já havia mandado uma bola no travessão argentino. Sofreu o Galo, muito por conta da ausência de um meia articulador no lugar de um dos três volantes escalados.
De qualquer forma, Galo e Tricolor decidem entre si quem será o semifinalista brasileiro da Libertadores, embora lá também possa estar o Grêmio, que nesta quinta enfrenta o Rosario, lá. Tarefa mais difícil do que a de seus ilustres patrícios desta noite. Mas, o Grêmio não é conhecido como Imortal? Então…
Sr.Alberto faltou o principal no seu comentario o papelão da torcida antes do inicio do jogo com fogos de artificio pois pode ter tirado e muito a concentração e foi aliado do adversario tenho 67 anos parei de acompanhar nos estadios graças esses elementos que mas uma vezes aprontaram e tomara que a comebol suspenda o Corinthians da Libertadores por uns dois anos ou proiba jogos com portões fechados.Sofri 23 anos na fila acompanhei muitos jogos mas como torcedor AGORA. da medo desses vandalos Quantos a mas eles vão matar????
Esse senhor, fica procurando palavras para encobrir a ineficiência corintiana. Simples: no Uruguai, foi um time que se acovardou, apático, um time pequeno, um legítimo representante da origem e do estigma de seu treinador (empaTite). No Itaquerão, um time nervoso, desarrumado, sem recomposição, onde a bola queimava nos pés de seus atletas, ao contrário da postura uruguaia, um legitimo “frozen”. O imortal, não receberá em sua casa o ótimo time do Rosário (já dizia Cuca, após o empate do Palmeiras na Argentina), o jogo será na Argentina.
Escolher palavras é meu ofício, para o bem ou para mal, há mais de meio século. Escolhi mal quando disse que o Grêmio receberia o Rosário em casa, como bem me advertiu o amigo. Correção feita. Quanto ao Corinthians, o amigo apenas disse a mesma coisa que este pobre escriba, com outras palavras. Parole, parole, parole…
O AMIGO DA ONÇA: criação imortal de Péricles.
Ganso: professor o senhor repete 2010 e me sacaneia de novo?
Dunga: Ganso sou anão mais tenho espírito de porco.
Ih Ih Ih Ih!
Cadê o tal do melhor time do Brasil, que já foi eliminado 5(cinco) vezes no Itaquera?Isto serve para calar a boca de vocês jornalistas paulistas que acham que os melhores times são os de São Paulo, quando na verdade estão entre os piores, cairão um por nas fase da libertadores. os bambis acharam 4 x 0 no Toluca, mas com certeza não passarão de fase.
Se não é inconstante um time que perde de goleada, dá goleada, perde em seguida, constantemente, não sei mais o que é inconstância. Na verdade, a inconstância é uma constância no São Paulo.
Abraços