
Corinthians e Palmeiras, mais de olho na Libertadores do que no Paulistão, repetiram nesta noite de quinta as mesmas experiências vividas recentemente.
O Corinthians, em Osasco, bateu o Audax, por 1 a 0, gol de Uendel, logo aos 12 minutos de bola rolando, e caiu naquele porre do início da temporada passada, quando vivia um rito de passagem como agora: firme na defesa, na ocupação de espaços do meio de campo pra trás, mas sem imaginação e ousadia a partir daí pra frente. Sorte que o Audax, de proposta tão interessante de seu técnico Fernando Diniz, não tem elenco tecnicamente bem dotado para executar um plano de jogo que exige velocidade e precisão na troca de passes desde sua defesa.
De qualquer forma, a segunda vitória consecutiva do Timão no torneio confere ao técnico Tite a paz indispensável pra ir fazendo as mudanças necessárias. E, já nesse jogo, foram testados, embora timidamente, Guilherme e Willians, dois dos mais recentes contratados. O jeito é esse.
Já o Verdão escapou no Pacaembu de um vexame, pois perdia de virada para o São Bento até os 46 minutos do segundo tempo, quando, na cobrança de escanteio, a bola ricocheteou na área e foi às redes, selando o empate por 2 a 2, ufa!
O diabo é que o Palmeiras, mesmo quando vencia por 1 a 0, gol de Gabriel Jesus logo no comecinho da partida, e depois de ter levado a virada, com Eder, que havia feito um gol legítimo antes, anulado, e Morais, numa lambança do beque Leandro Almeida completada por jogada de alto nível do veterano meia, foi sempre o mesmo que encerrou a temporada passada: muita ligação direta, pouca ou nenhuma criatividade no meio de campo e vivendo de espasmos – as arrancadas eventuais de Dudu ou de Gabriel Jesus.
Ressentiu-se, claro, das ausências de Zé Roberto e Arouca, assim como da impossibilidade burocrática da utilização de Moisés, embora tenha contado com Jean, que foi bem até cansar no segundo tempo.
Assim como melhorou um pouco com as entradas de Erik e de Regis, que deram mais agilidade às ações ofensivas.
Mas, o fato é que o Palmeiras caminha ainda muito lentamente nessa transformação tão necessária.
Caro Alberto Helena, o PALMEIRAS está enrascado com este tecnico fraquissimo. Não conheçe de esquema tático, faz trocas erradas ou tolas. ,não dá padrão ao time.
Nossa vida na Libertadores será rídicula, não passaremos da 1ª fase.
Peço ao Paulo Nobre para contratar outro tecnico antes do início da Libertadores.
O Paineiras não é tudo isso e o Curintuia não repôs as peças perdidas á altura dos que saíram.Dois ex-integrantes da série B, esperar o que ?