
Só agora pude ver a gravação do amistoso da nossa Seleção Olímpica com a República Dominicana. Placar de 6 a 0, supimpa! Viva o Brasil, o eterno País do Futuro.
Já que o passado foi renegado e o presente é infausto, o jeito é torcer para que o futuro nos tire das sombras da mesmice em que nos metemos nas últimas duas décadas. É merrmo?, diria o amigo carioca, saindo da praia e enxugando os cabelos com fingido ar de inocência.
Afinal, lá estão, no time futuro, meninos bons de bola, alguns já destaques de seus respectivos times na primeira divisão do campeonato nacional, como Valdívia, Luan, Gabigol, o menino Jesus e Wallace, entre outros.
Mas, o que se vê quando essa garotada é juntada sob o signo da velha modernidade brasileira? O mesmo joguinho insosso que se pratica por aqui: linhas esparsas, trocas de bola inúteis atrás e precipitação na frente, quando não goleiro e beques despachando balões pra frente, falsamente em busca de um contragolpe fatal, quando, de fato, querem apenas cumprir o velho ditado do beque de fazenda: bola pro mato, que o jogo é de campeonato.
Só que não era, não. Era um amistoso, praticamente um treino, com a República Dominicana. Repito: a República Dominicana, gente, que produz jogadores de beisebol à penca, mas de futebol, absolutamente nenhum desde os tempos em que o Capitão Gancho escondia seus tesouros na ilha.
Mas, foi de 6 a 0, Helena, o que você quer mais? Quero um futebol compatível com a imensa diferença técnica dos nossos jogadores em relação aos dominicanos. Quero um jogo jogado, envolvente, imposto o tempo todo, em que os gols fluam com naturalidade, como resultado de uma superioridade coletiva acima da individual.
É isso que fazíamos no passado, que os grandes clubes e seleções do resto do mundo fazem no presente, e, que, nessa toada, não chegaremos a fazer nem no futuro mais próximo.
Nossa selesão parou no tempo pensando que os cinco titulos mundial que temos era suficiente para nossa pátria. Esqueceu que tudo se evolui com esforço e dedicação . So querem ganhar euros e sonegar imposto. Não se tem mais patriotismo como nos tempos de pelé zagalo ademir da guia, carlos alberto garrincha e tantos outros.
A CBF virou um balcão de negócios de interesses pessoais de quem comanda….em quanto manterem essa máfia dentro da instituição nosso futebol só declinar já que temos o espírito de vira latas…..aí os empresários aproveitam da instituição.
A imprensa tem muita culpa pelo atual estado do futebol brasileiro, um jogador faz uma jogada boa por partida e já dizem que o cara é craque, falam – nos últimos 5 jogos fez um gol e deu 3 assistências, tá jogando muuito, ora rivelino, paulo cesar caju e outros davam 8 assistencias por partida , agora um guri que joga um pouquinho já é craque e deve irpra seleçao, vide luan, gabriel jesus, valdivia e outros tantos.