Tricolor sopra o Furacão, de leve.

Djalma Vassão/Gazeta Press
Djalma Vassão/Gazeta Press

Talvez aquele gol de Rogério anulado por erro do bandeirinha tivesse dado ao jogo um outro andamento, mais favorável ao São Paulo. Digo mais porque favorável foi, de qualquer jeito.

Mas, à medida em que o gol não saía, apesar das boas chances criadas ainda no primeiro tempo, o São Paulo foi-se enervando, o que rebateu na torcida e voltou ao campo com resmungos, murmúrios e ameaças de vaias, principalmente, sobre Ganso. O que resultou naquele carrinho criminoso sobre Crisan, e, mais tarde, na sua substituição, quando o Tricolor já vencia o Furacão por 1 a 0, placar final, diga-se.

Gol do qual Ganso teve participação, justamente por errar a virada na área, em bola cruzada por Bruno e aproveitada na sequência por Rogério. Desta vez, valeu.

Apesar da evidente irritação de Ganso, esse era o único neurônio num meio de campo em que Tiago Mendes, mais uma vez, se destacou pelo vigor, velocidade e múltipla ação. Com as saídas de Ganso e de Rogério para as entradas do volante Wesley e do becão Edson Silva, ficou claro que o São Paulo defenderia com unhas e dentes a vantagem obtida.

Mas, nem isso foi necessário, dada a falta de agressividade do Atlético PR.

Pouco antes, o Galo e o Inter cumpriam suas respectivas partes.

Em Curitiba, o Galo bateu o Coxa por 3 a 0, sem grandes sustos. E, no Beira-Rio, o Inter penou para vencer o Sport, agora sob o comando de Falcão, por 2 a 1, com um golaço de cabeça do volante Rodrigo Dourado, o Falcão da nova geração, segundo seus maiores admiradores. Os estilos se assemelham, mas, por enquanto, isso é tudo.

 

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