
O São Paulo, que foi ao longo de toda a sua existência um modelo de gestão e de comportamento público, virou várzea, desde a infeliz ascensão de Juvenal Juvêncio, há dez anos, seguido, agora, por Carlos Miguel Aidar,o escolhido do presidente anterior.
É uma sucessão de lambanças, negócios nebulosos, fofocas, briguinhas internas que vazam para o público todo dia, incompetências explícitas, formando um grande bolo indigesto, em que as muitas camadas são formadas por dívidas que chegam a atingir coisa de 237 milhões de reais.
O Soberano está nu, com as mãos nos bolsos em plena avenida São João em noite de temporal.
Do CEO indicado por Abílio Diniz ao Inferno do dia a dia, mais uma série de equívocos declarados.
E o pior é que não se vê na linha do horizonte tricolor uma luz que consiga guiar o clube de volta à sua verdadeira identidade.