Timão favorito. É mesmo?

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Montagem sobre fotos Cesar Greco/Ag Palmeiras e Daniel Augusto Jr/Ag Corinthians

Por ordem de entrada em cena, o Dérbi em Itaquera, o que já começa a conferir certo favoritismo ao Corinthians. Isso, mais o elenco equilibrado, a campanha excepcionalmente eficaz, com breves cintilações, tanto no Paulistinha quanto na Libertadores, a competência de seu treinador, o peso da camisa e a força irradiada pela Fiel das arquibancadas.

Conspira contra o Timão, a ausência de seus dois atacantes oficiais – Guerrero e Sheik -, o inevitável desgaste físico e mental provocado pela maratona de jogos a que está sendo submetido nas duas últimas semanas e… a euforia verde.

Sim, p0rque há muitos anos não vejo o palestrino tão animado com seu time, não sem bons motivos. Embora ainda em formação, esse time do Palmeiras, sob o comando de Osvaldo de Oliveira, vem respondendo às melhores expectativas. E olhe que ainda não chegou a fazer dois jogos com sua formação ideal, aquela que prevê Valdívia e Cleiton Xavier, juntos e entrosados, do início ao fim das partidas.

Não tenha dúvida de que isso faria ou fará uma enorme diferença, seja na capacidade de o time evoluir com a bola nos pés, seja na imposição técnica e anímica da equipe em campo.

Mas, essa perspectiva fica para a etapa final, pois se Valdívia começa jogando, Cleiton Xavier ainda dará um tempinho no banco.

A boa nova é a volta de Zé Roberto. Mas, estará nos trinques ou a meio vapor, ressentindo-se ainda da lesão que o afastou da última partida?

De qualquer forma, espero um clássico à altura de sua gloriosa história. Clássico que, pela sua própria natureza, já elimina de cara qualquer favoritismo, sobretudo num jogo eliminatório como esse, em que o acaso ganha dimensões assombrosas.

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