Depois do clássico paulista ainda deu para aliviar estes olhos cansados com o segundo tempo de Barça 5, Bilbao 2. Um show catalão, que vencia a partida por 2 a 0 no primeiro tempo. Show de Messi e Neymar, que fez um mas poderia ter saído de campo com mais três gols em seu currículo impressionante.
Mas, o que era doce acabou-se e tive, por dever de ofício, de aguentar quase duas horas de Santos 2, Red Bull 1.
Não, não diria que foi um jogo horroroso, eivado de erros de parte à parte, nada disso. Apenas, mais um desses lugares-comuns que se espalham por nossos gramados, desprovidos de originalidade, invenção, graça, enfim aqueles elementos todos que marcaram nossa história, sobretudo a do Peixe. Neste caso, histórias recentes até.
O Peixe saiu na frente, com um disparo (ou teria sido cruzamento?) rasteiro de Geuvânio, da direita mas de canhota, claro, que desviou no veteraníssimo Fabiano Eller e enganou o goleiro.
Já no finzinho do primeiro tempo, Edmílson empatou, de cabeça, para, em seguida, Thiago Ribeiro cavar um pênalti mandrake que Ricardo Oliveira converteu.
No segundo tempo, o Red Bull teve maior controle do partida, mas não soube transformar isso em contundência necessária para alterar o placar.
Desconte o amigo este humor arrevesado, pois há que se levar em conta esta fase ainda preparatória dos times, com raras exceções.
Sr. Alberto, li seu comentário, sobre a vitoria do Santos, onde fez criticas pelo mal desempenho do Santos, o que eu acho estranho é que times com o Palmeira, o time ainda não engrenou, e o Santos, alem fujões, jogadores que não deram oportunidade da nova diretoria resolver a crise financeira, que passa o Santos, o argumento de que o time não se entrosou, não vale para o Santos?