
E o Timão conseguiu se recuperar no Torneio da Flórida, ao bater o Leverkusen, de virada, por 2 a 1, os dois de Guerrero, claro.
A diferença, desta vez, foi que Tite resolveu manter o mesmo time, basicamente, do início ao fim, promovendo substituições pontuais ao longo do segundo tempo, embora estas não tenham mudado muito o cenário do jogo.
O fato é que os alemães não conseguiram promover aquele jogo de passes e envolvimento que diferencia o futebol dos centros mais avançados e o nosso. Em parte, porque o Corinthians foi mais atento e avançou um tantinho sua linha de marcação. Nada pra soltar rojões, nada disso. Apenas conseguiu equilibrar uma partida que se desenhava no início muito mais favorável ao Leverkusen. E marcar seus dois gols necessários para garantir a vitória – um de cabeça, em cobrança de corner, e outro de puro oportunismo, em cruzamento de Fagner.
O resultado foi bom pra elevar o moral da tropa mosqueteira. Mas, o futebol apresentado pelo Corinthians lembra demais aquele dos tempos da empatite que se prolongou sob o olhar de Mano Menezes ao longo de todo o ano passado.