
Não adianta mesmo o Cruzeiro tropicar, como bem diz o mineiro, porque, no mesmo instante, seus perseguidores estancam, quando não se afastam ainda mais, como no caso do Inter e do São Paulo, nesta noite de quarta.
E olhe que o Tricolor escapou de boa em Chapecó. Pois, no primeiro tempo, foi amplamente dominado pela Chapecoense, que, se seus atacantes tivessem o pé na forma, iria para o vestiário com uma vantagem definitiva.
No segundo tempo, porém, o Tricolor voltou melhor, sobretudo pela entrada de Osvaldo no lugar do menino Ewandro, o que conferiu mais velocidade pelos lados do campo, já que os laterais não avançavam no tempo certo. Dessa forma, criou várias chances desperdiçadas.
Kaká, mal, foi substituído por Boschillia que nem chegou a se aquecer em campo, pois logo em seguida, Paulo Miranda comete falta, leva justo cartão vermelho, e Muricy decide tirar o garoto para a entrada de Hudson.
Daí até o apito final foi um sufoco só na área tricolor, embora Osvaldo, em lambança do goleiro Danilo, quase marca, assim como no último lance da partida, Kardec, de cabeça, sozinho mandou a bola pra fora.
Moral da história: fica tudo como dantes no quartel D’Abrantes.
Há não Osvaldo no Timão isso só pode ser piada de mal gosto. O cara é gente boa mais para técnico não o cara da tédio, dá sono de ver ele na beira do campo agora imagina os jogadores acorda timão e TITE já.