
Tava mais parecendo um daqueles desenhos animados de Tom e Jerry esse Real e Ludogorets, muito prazer. E tudo começou com aquele gol de cabeça do brasileiro Marcelinho logo no comecinho do jogo em Sofia, Bugária, o que espicaçou o poderosíssimo Real Madrid. Mais ainda porque na sequência Cristiano Ronaldo, o artilheiro dos artilheiros, perde pênalti cometido em Chicharito.
Melhor dizendo: o goleiro Stoyan fez uma bela defesa na cobrança do pênalti, e, por um triz não pega o segundo marcado pelo juiz, desta vez, um equívoco, pois o gajo foi rematado finório, como diria Eça, ao girar na área já deixando a perna esquerda tocar o corpo do adversário.
O empate, porém, pouco dizia, pois os búlgaros a toda hora escapavam levando pânico à defesa merengue.
O enredo só mudou, na etapa final, depois das entradas de Benzema, James Rodriguez e Kroos, três titulares que esperavam no banco a hora do aperto. E, sobretudo, Benzema foi quem armou a cilada para Jerry cair no alçapão. De tanto que se mexeu na área inimiga, cavou a chance para fazer o gol da vitória do Real, além de criar outras tantas oportunidades.
Enquanto isso, o Arsenal, em casa, disparava uma goleada sobre o Galatasaray, que entrou em campo com três zagueiros, dois volantes, os laterais postados, escoltando a defesa, e tal e cousa e lousa e maripousa. Resultado: 3 a 0 só no primeiro tempo, com Welbeck, que faria o seu terceiro no segundo tempo, marcando dois e Alex Sanchez um.
Mas, quando parecia que a história terminaria no três vira e seis acaba dos rachas de rua da nossa infância, o goleiro Czsesny comete pênalti e é expulso. Entra Ospina, sai Sanchez, os turcos reduzem para 4 a 1, e o Arsenal daí em diante limita-se a fazer o tempo passar.
Ah, sim, antes, Zenit e Monaco haviam empatado por 0 a 0. Mas, isso sugiro ao amigo que apague, pois mais parecia jogo do Brasileirão: insosso e inodoro.