
O amigo que me acompanha há tanto tempo sabe do meu encanto pelo futebol do Barça, desde antes de Messi e Guardiola. Mas, o Barça que empatou nesta quarta-feira com o Málaga, por 0 a 0, valha-me Deus! Que tédio.
Até parecia o Corinthians de antes da virada sobre o São Paulo. Bola pra cá, bola pra lá, sim, teve o domínio absoluto do jogo. Mas, não chutou uma escassa bola ao gol adversário. E lá estavam, Neymar, Messi, Iniesta e cia bela.
O técnico trocou Neymar e Pedro pelos meninos Sandro e Munir, em vão. Pois, o nó estava na absoluta falta de criatividade que deveria nascer dos pés de Iniesta e Rakitic, um meia supervalorizado pelos nossos comentaristas, diga-se.
Ah, sim, e houve a estreia de Douglas, ex-São Paulo no lugar de Daniel Alves. Apesar de todo o campo à sua disposição, preferiu receber e tocar para o lado ou para trás, obviamente apavorado pela estreia.
Já o Dortmund timbrou a tradição alemã segundo a qual o jogo só termina quando acaba, no sábio adágio do nosso Chacrinha. Perdia por 2 a 0, mas foi lá, chegou ao empate no finzinho e, por pouco, não vira esse jogo.
Por fim, dois gols brasileiros na França decidiram o jogo para o PSG contra o frágil Caen.
O primeiro, de Lucas, ao seu estilo dos tempos do São Paulo: recebeu bola mal passada da defesa, driblou dois e disparou de canhota. O segundo, do zagueiro Marquinhos, de cabeça, em cobrança de corner.
O PSG foi melhor o tempo todo, a não ser nos poucos momentos que antecederam à conquista do segundo gol. Mas, nada espetacular, não.
Foi o que deu pra ver nesta tarde de quarta-feira de tempo indeciso, sol e cinza, calor e frio, aqui no Condado de Ibiúna.