
Aos poucos vai ficando claro que o duelo pelos títulos dos Mundiais de Pilotos e Construtores da Fórmula 1 2017 se dará mesmo entre o motor da Mercedes e o carro da Ferrari. É o que indicam os resultados e desempenhos dos carros nas seis primeiras etapas do Mundial. Em Mônaco, a Ferrari foi absoluta. Mas Mônaco não representa a média dos traçados da temporada.
A Ferrari tem, portanto, o mais equilibrado que assegura o menor desgaste de pneus. A Mercedes tem uma unidade motriz poderosa que atende bem ao estilo agressivo de sua dupla de pilotos. A Ferrari tem um piloto frio e preciso, Sebastian Vettel. A Mercedes tem um piloto genial e talentoso, Lewis Hamilton. E as duas escuderias contam com segundos pilotos finlandeses – Kimi Raikkönen na Ferrari e Valtteri Bottas na Mercedes – que atendem aos interesses das respectivas escuderias para o jogo de equipe ou para somar pontos no Mundial de Construtores. Nos quesitos trabalho de box e estratégia de corrida as duas escuderias se equilibram.
A Ferrari foi sutil e elegante no jogo de equipe, permitindo que Sebastian Vettel ultrapassasse Kimi Raikkönen e chegasse na frente. Sebastian Vettel leva agora 25 pontos de vantagem sobre Lewis Hamilton. E a Ferrari tem 17 pontos na frente da Mercedes.
Conclusão: a disputa se arrastará até o final do campeonato. Apontar um favorito, nessa altura, é futurologia. Não dá para arriscar um prognóstico. E ainda por cima a Red Bull vai aí.
O Grande Prêmio do Brasil de Fórmula 1 acontece nos dias 10, 11 e 12 de novembro no autódromo de Interlagos, em São Paulo.
Os ingressos para a corrida, informações e imagens em 360 graus dos setores estão disponíveis no único site oficial do evento: www.gpbrasil.com.br. O GP Brasil também está no Instagram e Facebook: gpbrasilf1.