Defesa de Anderson Silva alega uso de “estimulante sexual” e suplemento contaminado acerca de exame antidoping positivo

Anderson Silva usa "estimulante" como defesa sobre doping - Alexandre Loureiro/Inovafoto
Anderson Silva usa “estimulante” como defesa sobre doping – Alexandre Loureiro/Inovafoto

Após diversos adiamentos, finalmente veio a tona a defesa de Anderson Silva sobre o caso de seus exames antidoping positivos no início do ano.

Segundo o site Combate.com, que teve acesso a uma cópia do documento oficial, feito pelo advogado de Spider, Anderson se defende usando alguns argumentos acerca dos exames.

No documento, Spider negou o uso consciente das substâncias proibidas drostanolona e androsterona, porém admitiu que consumiu ansiolíticos (temazepam e oxazepam) na véspera da luta, devido ansiedade e insônia. Além disso, a defesa do atleta alega que as demais substâncias proibidas que apareceram nos exames foram resultado de contaminação de suplementos usados por Anderson, incluindo um que teria sido para “melhorar a performance sexual”, no caso da substância drostanolona.

A Androsterona, segundo o documento teria sido por causa de uso de um suplemento que estaria contaminado.

Usando o argumento que dois laboratórias diferentes tiveram dois resultados distintos, a defesa de Spider deve pedir que a queixa seja descartada.

O julgamento do lutador acontece nesta quinta feira, dia 13 de agosto.

Anderson testou positivo em um exame pré-luta e após o combate contra Nick Diaz, no UFC 183.

O lutador corre o risco de ser suspenso por 9 meses a 2 anos, caso a Comissão considere o lutador reincidente, já que Spider falhou em dois exames seguidos.

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