Jungle Fight faz primeiro evento no Ginásio do Morumbi, em agosto

Evento anuncia edição em Ginásio do São Paulo - Divulgação
Evento anuncia edição em Ginásio do São Paulo – Divulgação

Logo após vencer sua última luta contra o argentino Martin ‘La Maquina’ no Jungle Fight 77, em maio deste ano, André Lobato recebeu a notícia, ainda na Arena Jungle, que voltaria para disputar o cinturão peso-médio (até 84 kg) do maior evento de MMA da América Latina. Mais uma vez, o título da categoria está vago desde a ida de Junior Alpha para o Ultimate. Ariston França, que desafiaria Bruno Menezes pelo cinturão dos moscas, lesionou o joelho e a disputa, por enquanto, está suspensa.

Natural de Belém, Lobato vai enfrentar o invicto porto alegrense Alexandre Hoffmann no Jungle Fight 80, dia 22 de agosto, no estádio do Morumbi, em São Paulo. Aos 30 anos, o paraense conta com 23 vitórias e 6 derrotas na carreira. Confiando na boa fase – 8 vitórias consecutivas – o atleta da Marajó Brothers e Lobato Team acredita que não vai depender dos juízes para a organização conhecer o novo campeão.

“É uma grande honra disputar o cinturão do Jungle Fight, que é o maior evento da América Latina. Estou me esforçando ao máximo nos treinos para fazer uma grande luta. Quero dar show na Arena Jungle e se Deus quiser vou trazer esse cinturão para Belém. Como diz o mestre Wallid, eu vou para a guerra. Espero que meu adversário esteja treinando bastante e acredito que a luta tenha muita trocação. Posso garantir que, como nas minhas últimas lutas, essa disputa não vai chegar ao terceiro round”, afirmou Lobato.

Especialista em muay thai, Alexandre Hoffmann nocauteou 6 dos seus 7 adversários como profissional de MMA – a última vitória, contra Matheus Serafin no Jungle Fight 78, veio por finalização. O cartel invicto do atleta da Boxer MMA o credenciou para essa disputa de título que, para ele, é uma honra. Hoffmann ainda elogiou seu adversário e garantiu que o público pode esperar um excelente combate.

“Estou muito feliz com esta oportunidade de disputar o cinturão dos médios. Estou focado e trabalhando bastante para estar preparado no dia da luta, pois sei que meu adversário é duro e experiente. Obrigado a todas as pessoas que torcem pela equipe e por mim. É por essas pessoas que me dedico diariamente. Busco sempre o nocaute e meu objetivo é dar show para os amantes do esporte”, finalizou o gaúcho.

Assim como no Jungle Fight 79, quando todas as lutas foram decidiadas por nocaute ou finalização, o presidente da organização, Wallid Ismail, acredita que o Jungle 80 seja mais um espetáculo de alto nível na Arena Jungle. “Lutador que ganha amarrando não volta”. Para ele, essa é uma característica indispensável para os atletas que lutam no evento.

“Na selva, quem luta para nocautear ou finalizar vai ter um futuro brilhante. Espero que seja como no Rio de Janeiro e os juízes não tenham que decidir nenhum combate. Foi um show maravilhoso para o público presente e para os telespectadores também. Lutador que amarra e busca vencer por pontos não tem chances de voltar ao Jungle Fight. Isso já está no DNA dos guerreiros que entram na Arena”, disse o presidente.

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