Esperando novidades no Bellator, Dudu Dantas realiza nova passagem pela Rússia

Dudu Dantas ficou onze dias na Rússia - Divulgação MKS Combat Gear/Gaspar Nóbrega
Dudu Dantas ficou onze dias na Rússia – Divulgação MKS Combat Gear/Gaspar Nóbrega

Enquanto aguarda a confirmação da data para defesa do cinturão peso galo (até 61,2kg) do Bellator, Dudu Dantas aproveitou para visitar novamente a Rússia, acompanhado dos amigos e companheiros de treino Yan Cabral e Marcelo Costa, na Nova União.

O lutador passou 11 dias no Daguestão, uma divisão federal do país soviético, e treinou com revelações daquele país no MMA e nas lutas greco-romanas. Além disso, Dudu ainda participou de um seminário sobre jiu-jitsu e MMA.

A nova experiência com os companheiros foi considerada por Dudu Dantas de extrema valia para a sequência de seu camp. O lutador afirmou que além de conhecer novas culturas, teve um aprimoramento importante das habilidades para entrar no cage, já que o estilo de luta dos russos é diferente do que se treina no Brasil.

“Os caras são duríssimos no wrestling, parece que não cansam. São muito fortes, não param um minuto”, conta, ressaltando a diferença técnica entre os brasileiros e os soviéticos. “Não são bons muito bons de chão, mas têm um ótimo boxe para derrubar. Não é aquele boxe técnico, mas é para levar à lona mesmo”.

Levado para a Rússia por Marcelo Costa, Dudu revela ter ficado impressionado com o que viu no Daguestão. “Chegamos para treinar com os wrestlers, principalmente. Eles são do boxe chinês, mas com especialidade no wrestling. Chegamos a uma academia gigantesca, com mais de 40 pessoas no tatame. Treinamos muito wrestling e luta greco-romana, com grandes campeões. Foi uma experiência excelente”, comenta.

E o diferencial para Dudu é a forma como os russos se preparam fisicamente. Até mesmo para o campeão do peso-pena do Bellator, acostumado com um dos camps mais duros do mundo, na Nova União, as atividades físicas acabaram sendo mais fortes do que o esperado.

“Foram 11 dias treinando, fazendo preparação física na montanha, pegando um pouco da experiência deles. Fomos a uma cidade muito alta e a preparação na escadaria da montanha deixava sem ar, mas foi muito boa”, admite.

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