Carol Dias avisa: “Estou de volta!”

Minna sama! Estamos de volta! Como prometido a estreia do Bate Papo no Planeta Octógono! E começamos a mil! Com uma super conversa com a Modelo e Ring Girl Carol Dias! Carol que já participou do programa Legendários da Rede Record, revelou estar estudando inglês, e o sonho dela de ser uma Ring Girl do UFC. Se você acha que a garota não entende de lutas. Se prepare para se surpreender. Com propriedade, Carol falou até sobre a polêmica decisão de Jon Jones em recusar uma luta com Chael Sonnen. E sem ficar em cima do muro! Leiam!

Quando você conheceu o MMA?
Na verdade, eu sempre gostei de lutas. E  uma vez a Marjó Couto estava fazendo um evento de Muay Thai, e ela precisava de ring girl, isso uns quatro a cinco anos. E eu fiz muitos contatos.  E eu fiz bastante eventos de nome no Brasil, fiquei um pouquinho parada, mas estou voltando agora nesse evento da Upper Fight, em Muriaé neste sábado. No evento do Alexandre Amaral e do Trotta.
Você pratica artes marciais? Qual?
Já fiz algumas aulas de Muay Thai, não consegui ser frequente nas aulas. Devido à correria do dia a dia. Mas agora quero me dedicar no Muay Thai.

Todos nos sabemos que você tem um bom nome no meio e andou afastada. Por que? Agora você realmente voltou?
Eu fiquei afastada, porque eu estava namorando. E meu namorado era lutador. Mas agora eu voltei com tudo, e não pretento me afastar. E estou indo para os Estados Unidos. Para San Diego, fazer um curso,  e estou tentando fechar uns eventos fora, de lutas. E eu amo MMA, e sempre acompanho, vejo os blogs, sites e os eventos. Então quem quiser me contratar, estamos aí.

Além de modelo, e ring girl, você também faz matérias sobre MMA. Tem planos para ser jornalista no futuro?
Eu gosto muito de lutas, e sempre comento nas redes sociais. Vejo quase todos os eventos, mas agora eu tenho pretensão de estudar lá fora, aprender inglês, e eu sei que tem muitas meninas que estão agora neste meio, trabalhando com isso. Quem sabe lá na frente eu trabalhe com isso, apresentando, na minha volta.

Uma polêmica entre a Arianny Celeste, ring girl do UFC, e a Geysa Victorino, agitou o MMA faz pouco tempo. Sobre mulheres que malham muito e acabam perdendo o lado feminino, o que você pensa a respeito disso?
Eu acho que cada uma tem seu estilo, são padrões de beleza diferentes. Aqui no Brasil as meninas são mais saradas, que se preocupam de ficar mais fortes. E lá fora é diferente, elas são mais magras como a Arianny Celeste. Eu realmente não gosto de mulher muito forte. Mas não que esteja criticando. Mas eu acho que mulher tem que se cuidar. Mas é um padrão diferente. A Geysa gosta de treinar, e a Arianny é mais magrinha. Mas o mais importante é gostar de luta, saber do que esta falando. Eu vejo muitas mulheres bonitas que estão nos eventos de luta, mas não entendem nada. E acho que tem cuidar da beleza, ser bonita, mas também tem que se informar, para falar certo sobre as lutas.

No ultimo UFC 148, você postou em seu facebook fotos de sua viagem para Las Vegas. Qual foi a sensação de ver um evento de MMA ao vivo?
Eu nunca tinha ido. E no Brasil, sempre que teve, eu não consegui ir.  Eu achei que seria a luta mais polêmica. E acabei indo. É uma sensação que não tem tamanho. É emocionante. Você está ali, no meio da galera, aquela emoção, aquela adrenalina. Eu encontrei e tirei fotos com vários lutadores, até com o Anderson (Silva) mesmo. É emocionante você poder ver seus ídolos de perto. Pessoas que você admira. Eu encontrei o (Georges) St. Pierre no hotel, é uma emoção muito grande, quem gosta de luta, você sente, se emociona.

Quais são os seus lutadores preferidos hoje?
Eu gosto de vários lutadores. Mas um dos que mais gosto é o Erick Silva, eu tenho acompanhado a carreira dele, é uma pessoa super humilde, eu encontrei ele, me tratou super bem. Tem o (Fabrício) Werdum, que é muito simpático, eu admiro muito isso. Tem muito lutador do UFC, que tem nome no UFC,  e é meio estrela, e eles me trataram muito bem, muito simpáticos, e gosto muito do José Aldo, eu admiro a história dele, é um guerreiro, e o St. Pierre.
O UFC tem planos para colocar ring girls brasileiras em seus eventos no Brasil.  Você acredita que tem chances de estar lá? Acha legal as ring girls também fazerem parte dos eventos fora do brasil?

Eu acho muito legal. Tem que sempre que ter uma menina representando. O padrão é diferente. Tem muita menina bonita que pode estar representando lá.
É bom mostrar essa diferença das mulheres de cada país. O mais importante é que elas precisam estar divulgando o esporte, se preocupando, quem entende.
No UFC, não é só mulher bonita, porque elas precisam sempre estar informadas e preparadas, caso precise. Seria um sonho, e eu aceitaria na hora trabalhar no UFC.
Mas eu acho que tem que dar oportunidade para quem realmente merece. Para quem goste de luta. Eu não sei como é o processo de seleção, mas eu adoraria conversar com Dana White, mas seria um sonho mesmo.

O que você achou desta polêmica com Jon Jones recusando a luta com Sonnen. Concorda com ele?
Eu não concordo. Eu acho que o Sonnen não merecia essa chance. São padrões diferentes de lutador. E com certeza, não era uma luta que ele (Sonnen) merecesse estar.
Mas já estava tudo pronto para o UFC, e o Jones ter recusado, foi um grande prejuízo ao UFC.  Então eu acho que o Dana White deve ter ficado um pouco bravo. Mas eu fiquei chateada pelo Lyoto ter recusado.Realmente eu não concordei com a atitude dele (Jones).
Gosto muito do Jones, ele gosta do Brasil, elogia muito o país, veio para cá e tratou todo mundo muito bem. Acho que ele realmente ter recusado não ficou muito bem para ele, para a imagem dele.

E depois vimos o Vitor Belfort aceitar o combate. Voce acha que ele tem chance?
Eu acho. O Belfort é um lutador muito guerreiro. É um lutador excelente. Tenho certeza que tem muito lutador não aceitasse lutar com o Jones porque ele está se destacando e é um dos melhores, por ter um arsenal de golpes. Mas eu acredito que o Vitor pode ganhar.  Mas ele vai ter que estar muito bem preparado. Nós vamos estar torcendo muito por ele. Mas o que importa é que ele aceitou. E mesmo que se ele não ganhar, ele vai ser o Belfort que a gente ama e bola para frente.

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Eu queria agradecer a vocês pela oportunidade e a todos que me adicionaram no Facebook, que me deram carinho e me apoiaram nessa volta. Mas eu sou uma amante do MMA. E o mais importante é continuar nesta batalha divulgando o esporte. Meu twitter é @diascarol e quem quiser conversar sobre lutas e acompanhar meu trabalho. Será um prazer. Obrigada!

Se você quer conhecer a Carol Dias, ela estará na cidade de Muriaé, neste sábado dia 25, no Clube Colina.

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