
O torcedor são-paulino está entre a cruz e a calderinha. O time disputa três competições consecutivas e quebra recorde de público quase em todas as partidas. No entanto, no Brasileirão, anda devagar quase parando. Nesse sábado, em noite de Morumbi lotado, empatou de novo em 3 a 3 com o Goiás, para tristeza dos presentes no estádio Cícero Pompeu de Toledo. De novo mostrou um futebol irregular e deixou a desejar. Calleri, Nestor e Patrick fizeram os gols. Luciano ainda perdeu um pênalti. Dadá Belmonte, Danilo Cardoso e Pedro Raul deixaram tudo igual. A “empatite” não dá sossego.
O técnico Rogério Ceni botou o elenco para rodar outra vez. Sabe da necessidade de somar três pontos, principalmente atuando em casa. O setor ofensivo vai bem obrigado. O negócio fica feio do meio-campo para trás. A começar pelo jovem goleiro Thiago Couto, mais para Sub20 do que para profissional. Torcedores nunca sentiram tanto a ausência de Jandrei, o herói da eliminação do Palmeiras na Copa do Brasil. A zaga sem Balbuena e Miranda lembra uma peneira furada.
Rafinha, Diego Costa, Luizão e Welington se entenderam muito mal. Na etapa final, correram desesperados para marcar o ataque adversário, feito baratas tontas. Equipe dirigida por Jair Ventura deitou e rolou. Conseguiu o gol da igualdade no último minuto da prorrogação, merecidamente. Será uma barra pesada segurar os três torneios. Fica cada vez mais evidente ser a competição tricolor a Sul americana. No campeonato nacional e na Copa do Brasil, faltarão pernas e futebol.
E tenho dito!