
O Palmeiras continuará sem Mundial. Nesse domingo à tarde, em Dorah, no Catar, acabou derrotado pelo Tigres do México por 1 a 0, gol de pênalti do “fantasmagórico” Gignac. A equipe paulista sentiu o peso de uma decisão e levou um baile do oponente. Ou seja, da glória eterna para o fracasso de sempre. O Palmeiras entregou a rapadura e agora disputa o terceiro lugar. Um vexame global.
O primeiro tempo foi pauleira para o Verdão. Los Felinos, para variar, pararam nos “milagres” de Weverton. Na verdade, o goleiro brilhou três vezes. Numa testada firme de Gonzalez, quando tocou para escanteio. Depois, em outra cabeceada do perigoso Gignac e, por fim, numa colocada no canto esquerdo também finalizada pelo atacante francês.
Taticamente, o time mexicano do técnico brasileiro Ferretti estava bem melhor do que a equipe do português Abel Ferreira. Outro patrício, o Rafael Carioca, funcionou como o “cérebro” do adversário e deu trabalho.
Abriu o jogo variando pelas laterais e quando se aproximava de Gignac era sempre uma grande ameaça. Pelo lado do Palmeiras, um pouco de nervosismo, principalmente de Gabriel Menino, e quase nenhuma ameaça. Apenas um chute de Rony de fora da aérea obrigando o arqueiro do Tigres a fazer boa defesa. De resto, nada deu certo.
Mal começou a etapa final, Luan cometeu pênalti em Gonzalez. Gignac bateu e converteu, 1 a 0. Portuga colocou Felipe Melo e Patrick de Paula. Rony marcou. Não valeu. Estava impedido. Os palmeirenses sentiram o gol. Menino saiu e veio Willian Bigode. Scarpa e Mayke foram para “guerra”. Era tudo ou nada.
Quase Rodriguez faz contra em cruzamento de Bigode. Verdão dava sinal de vida. No último minuto da prorrogação, Vina bateu forte e a pelota desviou para fora. Weverton desceu para cabecear no escanteio, sem sucesso.
Resultado: mais uma derrota para coleção em mundiais.
E assim caminha a mediocridade…