Corinthians precisa tomar um “banho de sal grosso”

Foto: Rodrigo Coca/Agência Corinthians

O finado Dalmo Pessoa (Deus o tenha) sempre alertava do alto de uma sabedoria incontestável: “Tem uma hora que as coisas dão tão erradas, mas tão erradas que o único jeito é tomar um banho de sal grosso, seja lá qual for a religião do sujeito”. Ele tinha razão. E digo mais ainda, essa constatação serve também para um time de futebol. No caso, o Corinthians. Vai ter azar assim lá longe! Não bastou perder para o América MG, time da Série B, pela Copa do Brasil na véspera, para nessa quinta-feira chegar outra péssima notícia. Gustavo Mantuan rompeu os ligamentos do joelho e está praticamente fora da temporada.

A “tragédia”, ainda por cima, aconteceu em uma disputa da seleção brasileira contra o Sub-20 do Timão, em treino no CT Joaquim Grava.

Pior quando nem ombro para chorar os jogadores têm. Do técnico Vagner Mancini nem pensar. Ele soltou os cachorros depois da partida e crucificou a equipe inteira. E com razão. Falou uma coisa certa. Os atletas corintianos estão sofrendo pressão quando atuam na Neo Química Arena sem público. Um absurdo. Temem uma torcida “virtual”, fantasmas, gente invisível. Ou seja, estão com medo deles mesmos. Falta confiança, iniciativa, atitude, coragem para definirem pela melhor jogada.

Daí a urgência de um “banho de sal grosso” no CT Joaquim Grava, na sede do clube e na Neo Química Arena. Se possível, encher uma banheira também com ervas da pesada e colocar o presidente Andrés Sanchez lá dentro. Tirando a parte administrativa (naming rigths, dívida com a Caixa Econômica e um pé na bunda da construtora picareta), Sanchez não deu uma dentro no futebol até agora nessa maldita temporada. Só contratou “pé de rato” ou “refugo”, de preferência do Atlético Mineiro, clube do maluco do Sampaoli.

Saravá!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

E tenho dito…