Jesus foi ingrato e covarde com o Fla

Foto: Alexandre Vidal/Flamengo

Imagine você escalando o Monte do Everest, no HImalaia, um cemitério de aventureiros. Você atinge o objetivo. Aí, então, chega um Zé Mané dizendo: “levanta daí e desce rapidinho”. Espantado e desgastado vem a recusa. “Não aguento mais. Daqui não saio, daqui ninguém me tira”, refrão de uma “marcha” gravada por Carmen Miranda.

Foi mais ou menos o que aconteceu com Jorge Jesus no Flamengo. Ele cansou de cobrar escanteio e correr para cabecear. Ano passado, ganhou quase tudo que disputou. Esse ano, com pandemia no auge conquistou outros três títulos.

Se ficasse no Brasil, teria que descer a montanha e repetir o mesmo trajeto outra vez. Era muita areia para o caminhãozinho do português. Chegou a ser uma atitude covarde fugir para o Benfica, de Portugal. Lá Jesus está seguro com milhões de euros na bagagem, misturado com taças.

Como dizia o próprio Jesus, ele e o Flamengo estão em outro patamar. Quem viver, verá. Torcida do Fla morreu abraçada com o tal de mister.

E tenho dito!