
A todo momento nosso coração batalha com a razão, principalmente quando cada um torce por um time. Minha relação com o Corinthians é bem assim, o coração fala e a razão escuta. E daí nasce uma onda atrás da outra buscando o equilíbrio.
Afinal, qual paixão vigora no Parque São Jorge? Uma mistura das duas coisas. Como diria o saudoso Juarez Soarez, “melhor que isso só arroz com bosta”. Eta China, esse deixou uma saudável imensa.
A política vai atrapalhar? Depende qual vai prevalecer. Tem a razão burocrática e a política do clube. A primeira é a direção estar sempre dialogando com o Poder maior.
Prefeitura, Governo Estadual e Federal têm um protocolo a cumprir, na volta gradativa por causa do corona virus. É preciso colaborar.
A outra política é a interna. Essa bate de frente com o futebol e ninguém se atreve contornar. Clube em crise. Graças as indenizações milionárias. Entram aí as dos traíras, Paulo André e Jucilei, três meses de salários atrasados, mal negócio feito com Benfica e Pedrinho e por aí vai.
Se a estranha equipe do técnico Tiago Nunes reagir com uma vitória sobre o alviverde, todos relaxam e a política do clube se calma. Se perder, então, relações perigosas podem ocorrer. Bota perigosas nisso.
E tenho dito!