Mãe é mãe…

Dulcídio (Foto: Acervo/Gazeta Press)

Nada melhor que lembrar o dia das mães com amor e respeito. Afinal, sem elas, as pessoas não estariam vivas. Porém, um grupo em especial sofre mais, a progenitora de juiz de futebol. É um tal de “filho disso”, “filho daquilo” ecoando pelos estádios.

Mesmo diante de tanta tecnologia, não tem conversa. Os caras xingam o VAR. Se demorar na decisão, aí o bicho pega. Torcedores esquecem da máquina, cheia de recursos, e voltam as baterias para as coitadinhas.

O finado Dulcídio Vanderlei Boschilla encontrou saída boa..

“Tenho duas mães. Uma para dentro de campo e outra lá em casa”. E olhem que o folclórico árbitro não era de brincadeira. Tinha um 1m90, forte como um touro.

De minha parte, sou partidário a poupar todas elas desse fardo. Vale um beijão na testa, outro no coração. Afinal, mãe é mãe para todo o sempre.

E tenho dito!