
Finalmente um centroavante salvou o Corinthians. Roger (substituto de Jô, no Japão) foi autor do gol no empate por 1 a 1 com o Sport, em Recife. Fez de cabeça após cobrança de Matheus Vital. Equipe da casa deixou tudo igual com Carlos Henrique. Um bom resultado, afinal, o ainda técnico corintiano deu “folga” para Cássio, Romero, Jadson, Rodriguinho, Sidcley e Balbuena. Maratona alvinegra está puxada. Ganhou o título paulista sobre o Palmeiras; classificou-se para Copa do Brasil e Libertadores e permanece no G4 do Brasileirão. Ou seja, permanece no páreo em todas competições as quais disputa.
A rigor, o Sport criou mais do que o Timão no primeiro tempo. Éverton Felipe cruzou e Gabriel pegou por baixo e mandou por cima. De novo Éverton Felipe deixou Rogério (o Neymar do Sertão, ex-São Paulo) em excelentes condições, mas ele bateu firme para ótima defesa de Walter. Para o time corintiano, Mantuan avançou, ninguém o acossou e o improvisado lateral-direito fuzilou, bola passou triscando o poste direito do goleiro Magrão.
Os reservas do Alvinegro, claro, tentavam mostrar serviço. Era Matheus Vital pela esquerda e Perdrinho Hulk (ex-Zumbi) pela direita. No entanto, Juninho Capixaba estava discreto e o atacante Roger idem. Defesa da equipe de Recife tinha poucas dificuldades para neutralizar o adversário. Paulo Roberto, por exemplo, estava visivelmente fora de ritmo, com problemas de desarmar jogadas e até de armá-las. Gabriel, perdido, guardava a defesa e cobria o companheiro.
Como ter um centroavante de ofício faz a diferença, Timão saiu na frente. Escanteio pela direita. Matheus Vital colocou com “as mãos” na cabeça de Roger, 1 a 0. O primeiro do artilheiro no Timão contratado para substituir Jô (no Nagoya Grampus). Sport respondeu com um boa batida de falta, seguida de defesa esperta de Walter. Bobeada da zaga alvinegra, Carlos Henrique recebeu e virou rápido, 1 a 1. Falharam Gabriel e Juninho Capixaba.
Fábio Carille, então, sacou Paulo Roberto e mandou a campo Maycon. Marquinhos Gabriel também entrou e Pedrinho saiu. Garoto, desta vez, insistiu demais no individualismo e atrapalhou o coletivo da equipe. Emerson Sheik veio para a “guerra” e lá se foi Matheus Vital. No entanto, as duas equipes se deram por satisfeitas e administraram a igualdade até o final. Pelas circunstâncias, um bom resultado para o Corinthians e péssimo para o Sport.
E tenho dito!
tomando bronca da michelle!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!voce e bizarro!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!