Verdão sobe aos céus e Tricolor continua no inferno…

(Foto: Sergio Barzaghi/Gazeta Press)

O Palmeiras manteve o tabu no estádio WTorre e venceu o São Paulo por 4 a 2, neste domingo à tarde. Partida nervosa, com um momento de grande expectativa em contusão de Lucas Pratto, e vários gols perdidos. Faltou qualidade para o Tricolor ou seria excesso de nervosismo, afinal time continua na zona de rebaixamento e corre perigo sério de cair. Já o Verdão, sem ser brilhante, fez a lição de casa, com boas mexidas do técnico Cuca e diante de 33 mil pagantes.

Sobraram emoções na primeira etapa, positivas e negativas. Triste ver Lucas Pratto tendo uma convulsão após levar uma joelhada de Hernanes na cabeça. Choque gravíssimo. Jogadores do São Paulo, como Sidão e Rodrigo Caio, começaram a rezar. Médico tricolor auxiliado pelos companheiros palmeirenses. No desespero, Petros comandou uma “blitz” e abriu caminho para a ambulância chegar rasgando. Cinco minutos de agonia e expectativa. Argentino levado com urgência para o hospital HCor.

Curiosamente, o passe para a abertura de placar, por Marcos Guilherme, saiu dos pés de Lucas Pratto. O mesmo Marcos Guilherme mandou um canhão no travessão de Fernando Prass. Bola pingou centímetros antes da linha. Aproveitando o abalo dos tricolores diante do acidente com o hermano, William Bigode fez a festa. O empate saiu de um cruzamento perfeito de Michel Bastos. Lateral Edimar ficou no chão e Bigode bateu forte: 1 a 1.

Na sequência, de novo Bastos rolou para William. Ex-corintiano tocou no meio das pernas de Jucilei e mandou no ângulo, 2 a 1. Golaço e virada alviverde. E vieram outras emoções positivas. Buffarini cruzou. Hernanes “matou” no peito e fuzilou Prass: 2 a 2.  Foi o sexto gol do são-paulino no retorno ao clube. Ataques, sem dúvidas, prevaleceram sobre as defesas.

Deu a impressão de as equipes terem se desgastado demais e segundo tempo ficou “morno”. Deyverson pegou uma virada certeira e lá estava Sidão com excelente reflexo para salvar. Rodrigo Caio chegou atrasado bem à frente de Prass. No contra ataque, Jucilei lançou Hernanes, que desperdiçou. Tudo isso dos 25 minutos em diante. Ou seja, equipes atuando nos erros de uma e outra. Todos a espera de uma falha.

Quem errou,? Ora, o tricolor Marcos Guilherme poderia ter passado a régua e fechado a conta e foi fominha. Edu Dracena desarmou o são-paulino e deu para Jean. Esse lançou Deyverson na esquerda. Atacante percebeu chegada de Keno. Chute forte, sem defesa para Sidão: 3 a 2.  Para consolidar a recuperação, Tchê Tchê cruzou, William passou rápido para Hyoran sacramentar uma vitória conseguida na pegada, na garra, com qualidade nas finalizações.

E tenho dito!

6 comentários

  1. O Nerd, o estádio tem nome, não é Estádio DTorre, é Alians Parque. Estádio sem nome é o que o Lula ajudou construir afundando o curintia na lama de dividas. Estádio sem nome. Sugestão: Propinão – Gambazão.

  2. Grande Vitória do verdão.! Cúrica vai ter que ralar para se chegar na libertadores/2018, podem escrever!

  3. Chico Lang

    Mais uma vez venho te chamar a atenção no sentido de que o estádio da Sociedade Esportiva Palmeiras (vá ver lá no Cartório do Registro de Imóveis em nome de quem está o estádio) tem nome e sobrenome é ALLIANZ PARQUE diferentemente do estádio em que joga o pangaré itaquerense que pode ser chamado de Odebrechão ou “Calote”s Stadium” você escolhe, já que o mediocre time de itaquera não conseguiu e nem conseguirá vender o naming rights. Saudações palmeirenses.

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