E o pesadelo virou sonho no Timão…

Foto: Gazeta Press

O Corinthians enfiou 5 a 2 golea abaixo do Vasco, em pleno São Januário, sem dó nem piedade e disparou na liderança do Brasileirão. Sem dúvida, o melhor jogo do técnico Fabio Carille na “Era Pós Tite”. Resultado salta aos olhos principalmente pelas ausências (Fagner e Rodriguinho, na seleção brasileira; Romero, na paraguaia e Balbuena contundido). Marquinhos Gabriel, Clayson, Clayton, Pedrinho Zumbi, Paulo Roberto na lateral direita e até o retorno de Giovanni Augusto mantiveram a organização tática de sempre. O Timão, porém, continua humilde e tranquilo, no papel de “Quarta Força” do futebol paulista embora esteja evidente que o pesadelo se torna sonho a cada partida.

Mesmo diante dessa goleada histórica para cima do clube do cartola Eurico Miranda (ele ainda é o presidente, pasmem!), o Corinthians mereceu um puxão de orelha. Afinal, começou a partida e abriu o placar: triangulação de Clayson, Guilherme Arana e gol de Marquinhos Gabriel. Adversário exigiu boas defesas de Cássio. Mas ainda no primeiro tempo, Marquinhos lançou de maneira sensacional o artilheiro Jô. O Mister Clássico penetrou, se enfiou entre dois zagueiros, esperou a saída do goleiro Martín Silva e rolou a bola para o fundo das redes: 2 a 0.

No entanto, veio a etapa final e um tremendo susto. Em dois minutos, o Vasco deixou tudo igual, com dois gols de cabeça do bom e velho Luis Fabiano. Cobrança de falta de Nenê, Cássio saiu mal e o Favela mandou ver. Na sequência, cruzamento de Henrique e o ex-são-paulino se antecipou a Pablo. Bola ainda bateu na mão do hoje vascaíno, porém de maneira involuntária. Aí, então, apareceu uma das grandes armas corintianas nesse início de campeonato: o preparo físico.

O Vasco cansou e não conseguiu segurar o resultado. Na base da velocidade, pontada mortal de Clayson pela esquerda e Maycon virou: 3 a 2. Carille sacou Marquinhos e colocou Clayton. Substituição caiu como uma luva. Jô chegou na linha de fundo e cruzou. De cabeça, o ex-Galo cabeceou; bola desviou no beque vascaíno e traiu Martín: 4 a 2. No apagar das luzes, com time da casa entregue, sem forças para tentar sequer o empate, o improvisado Paulo Roberto disparou pela direita e colocou com “as mãos” nos pés de Clayton, que fechou o placar: 5 a 2.

A nota triste foi a grave contusão de Kelvin (torção de joelho) e o “Troféu Consolo” ficou com Luis Fabiano. Marcou o 13º gol no Corinthians, tendo passado pela Ponte Preta, São Paulo e agora o Vasco. Palmas para ele, que ele merece, como diria o Chacrinha, o Velho Guerreiro.

E tenho dito!

5 comentários

  1. A TV GAZETA PRECISA ESTAR NA GRADE DA CLARO TV. O POVÃO CORINTHIANO NÃO PODE SER PENALIZADO DE FICAR SEM O SINAL, PRINCIPAMENTE SEM A EQUIPE DE ESPORTES, SEM DUVIDA A MELHOR DO BRASIL..É NOIS CHICÃO. UM ABRAÇO PARA OS SÃO PAULINOS DA EQUIPE DE ESPORTES.

    BGSILVA- IPASSU-SP

  2. Mais uma vez, o Timão, cala a boca de alguns babacas da imprensa, que de bola não entendem nada, mais pra eles, o Corinthians, continua sendo a quarta força. Falando do jogo, Carille, ao deixar por várias vezes e praticamente descartado, eis que Marquinhos Gabriel, recebe nova oportunidade e realiza uma grande partida, autor do primeiro gol e depois deu um passe primoroso para o Jô, fazer o segundo gol, ele foi o protagonista da partida. Outro que está jogando muito é o Guilherme Arana,, com cruzamentos precisos leva constante perigo para o adversário e tem mais, Maycon,e Clayton, foram fundamentais para a grande vitória, enfim, não gostei do Giovani Augusto, acho que não vai ter vida longa no Timão.

  3. Tomamos dois gols de falhas primarias: no primeiro, Nenê cruza e Cássio caça borboleta. No segundo, falha conjunta: na lateral o jogador do Vasco “meio” sem posição e espaço tem tempo para se ajeitar e cruzar. A bola nunca poderia ter sido cruzada é o erro 1 do segundo gol. O segundo erro do segundo gol é falha da defesa. Não pode jamais. Muito primário. Porém, o Timão não se abateu e fez três depois, goleando “os portuga” por 5 x 2. Enfim, sem Romero, o Corinthians foi eficiente no ataque. Até o Clayton resolve melhor que Ele. E, como o Chico Lang, tenho dito!

    PATRÍCIO AUGUSTO CORINTHIANO DOS SANTOS REIS

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