Até tu Lucas Pratto, choram os tricolores…

Foto: Sergio Barzaghi/Gazeta Press

O São Paulo deu praticamente adeus a Copa do Brasil ao ser derrotado pelo Cruzeiro por 2 a 0, nessa quinta-feira à noite, diante de mais de 40 mil torcedores no estádio do Morumbi. O resultado seria cômico se não fosse trágico: o artilheiro titular da seleção argentina, Lucas Pratto, marcou gol contra. Diga-se, um golaço. Bola entrou no ângulo, sem defesa para Renan Ribeiro. Como desgraça pouca é bobagem, o desprezado Hudson meteu a cabeça na gorduchinha e decretou números finais. Decepção, sofrimento, frustração. Agora, o Tricolor terá de vencer pelo mesmo placar na próxima semana, no Mineirão, caso contrário estará eliminado da competição, única que nunca conquistou em tempo algum.

O jogo foi amarrado, apesar de bastante disputado. Faltaram, de ambas equipes, finalizações a gol. Tanto assim, que a cabeçada contra de Pratto acabou sendo a primeira bola a gol, tamanha a incompetência dos setores ofensivos tanto são-paulino quanto cruzeirense. O time do incomum Rogério Ceni, por exemplo, deu vida boa para o goleiro Rafael, um telespectador privilegiado do espetáculo. Outro detalhe importante: jogadores tricolores estavam apáticos e nervosos. Afobados para decidir logo o pega. Welligton Nem pela direita pouco conseguiu passar do meio-campo, sempre neutralizado pela zaga adversária. Jucilei era o mais lúcido no meio-campo, porém, sem sentido de penetração.

O gol contra de Prato “matou” o time, infelizmente. Caiu como um balde de água fria na cabeça de todos tricolores no Morumbi. Afinal, ele chegou com a fama de ser a esperança de gols a favor e não contra. O desafio são-paulino, agora, é juntar os cacos e encarar o Corinthians, também no estádio Cícero Pompeu de Toledo, no próximo domingo, no estranho horário das 19 horas. Essa será mais uma prova de fogo para o noviço rebelde e excêntrico, Rogério Ceni.

E assim caminha a mediocridade…

3 comentários

  1. Chiquinho,
    Pare de chutar cachorro morto. Não é porque o centroavante marca contra que não deve considerar o cara um goleador, se ele não recebe bola de seu time, tem todo direito de aproveitar a competencia do adversário. Passar em branco num jogo decisivo é muito triste para um goleador argentino.
    O certo é o Jadson lançar bolas pra ele na área sanpaulina e aguardar o abraço!!!!

Comentários fechados.