Palmeiras e Cuca morrem abraçados no Uruguai

Foto: AFP
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Mais uma decepção para a fanática torcida do Palmeiras. Nesta quinta-feira, a segunda derrota seguida para o Nacional de Montevidéu, no Uruguai, desta vez por 1 a 0 (no Allianz Parque terminou 1 a 2). De nada adiantou a troca de treinadores (Marcelo Oliveira por Cuca). Futebol do Verdão muito abaixo do que se esperava para a atual temporada. Agora, com um agravante. Está muito mal no grupo (ocupa o terceiro lugar) e pode ser eliminado da Libertadores ainda na fase de classificação, o que seria um desastre completo.

Cuca apostou nas descidas dos laterais Lucas (direita) e Egídio (esquerda), com Arouca cobrindo de um lado e Gabriel de outro. No entanto, adversário percebeu a intenção do treinador brasileiro e fechou-se pelas pontas. A tão esperada atuação de Zé Roberto no meio-campo também fracassou. Veterano visivelmente perdido na nova função limitou-se a marcar e nem conseguiu preparar uma jogada de ataque.

Allione, por sua vez, brigou bastante. Peitou os uruguaios, trocou socos e pontapés com eles, e encarou o árbitro. Mostrou valentia, é verdade, porém pouca utilidade em termos de conjunto. Durante todo primeiro tempo, palmeirenses não conseguiram dar um chute a gol. Na etapa final, Nacional veio com tudo. Em uma jogada pela esquerda, Nico López subiu mais do que o baixinho Zé Roberto e executou o goleiro Fernando Prass. Momentos antes, Gabriel Jesus poderia ter aberto a contagem, mas tentou encobrir o goleiro e se deu mal. Robinho reclamou de um toque por baixo e chegou atrasado na bola.

Árbitro, por outro lado, fingiu não ver entrada de Vitor Hugo em Nico. Pênalti claro, cristalino. Nacional poderia ter ampliado o placar. Triste realidade alviverde, Cuca e “grande elenco” morreram abraçados no Uruguai.

E assim caminha a mediocridade…