São Paulo só empata e dá vontade de chorar…

Foto: AFP
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O São Paulo apenas empatou com o Trujillanos, 1 a 1, na Venezuela, e se complicou bastante na Libertadores. Ganso fez o gol tricolor, porém mandou um pênalti no travessão. Para dizer a verdade, time do Morumbi deu vontade de chorar. Agora, depende de um milagre para se classificar para próxima fase da Libertadores.

Um primeiro tempo muito ruim do Tricolor. A equipe de Edgardo Bauza estava nervosa, sem coordenação de movimentos, mal posicionada, errando passes e sem a mínima objetividade. Tanto assim, que o tal Trujillanos deitou e rolou, aproveitando as falhas do veterano Lugano.

Aí, então, brilhou o futebol de Ganso. O camisa 10 chamou a responsabilidade e comandou os companheiros. O único a tentar acompanhar o raciocínio privilegiado do meia foi Thiago Mendes. Ele arriscou de fora da área em duas oportunidades.

O time venezuelano saiu na frente. Bola cruzada Rubén Rojas subiu mais do que Rodrigo Caio e Lugano e mandou para o fundo das redes são paulinas. Porém, três minutos depois, Ganso empatou. Bateu forte, no canto direito de Héctor Pérez.

Na etapa final, pouco mudou o panorama. Centurion e Alan Kardec eram figuras decorativas no ataque. Os laterais Bruno e Carlinhos apoiavam com displicência pelas beiradas do campo. Bauza, do banco de reservas, só observava.

Granados, então, empurra Carlinhos dentro da área. Ganso, azarado, mandou cobrança de pênalti no travessão. Que fase! Finalmente, veio Rogério e saiu Centurion. Tricolor, com isso, ganhou volume de jogo e criou várias oportunidades. Até Kelvin substituiu Carlinhos. Era tudo ou nada.

Hudson perdeu gol certo dentro da pequena área. Atrapalhou-se no momento de decidir. Nervos à flor da pele. Necessidade de vencer gerava muita insegurança na equipe. Em contra ataque fulminante, Cabeças desperdiçou chance de ouro para “enterrar” o time de Bauza de vez.

Jogo ficou lá e cá. Ganso e Rogério bateram para o gol e foram infelizes. São Paulo caminha de mal a pior. Só um milagre salva o time na Libertadores.

E assim caminha a medíocridade…