
O que teria sido pior? O apagão de 20 minutos aos 40 segundos de partida no antiquado e superado estádio do Morumbi? A tempestade que desabou e atrapalhou consideravelmente a prática de um futebol mais técnico? Não, nada disso. A bola foi a maior inimiga do São Paulo isso sim. O Santos deitou, rolou, fez barba e cabelo na vitória de 3 a 1, inapelável, sem perdão, no primeiro jogo das semifinais da Copa do Brasil. O Tricolor do técnico Doriva será obrigado a vencer a partida da volta por três gols de diferença.
Como na Vila Belmiro o Peixe anda imbatível (no Brasileirão só perdeu para o Grêmio), o agitado São Paulo deu quase adeus à vaga. Uma tragédia anunciada? Talvez. Afinal, o veterano goleiro Rogério Ceni falhou nos três gols santistas. No primeiro, embora Gabigol tenha penetrado livre (após passe de Daniel Guedes), a bola era defensável sem dúvida. No segundo, já na etapa final, cobrança de escanteio. Rogério escorregou feio. Bola sobrou no pé dele, Ricardo Oliveira. Mais fácil que tirar algodão doce da boca de criança: 2 a 1.
No terceiro, Lucas Lima cruzou com a “mão” na cabeça de Marquinhos Gabriel. Garoto testou firme, no canto esquerdo. Rogério estava mal colocado e demorou para ir na bola. Sem falar de uma bola na trave que, aliás, bateu nas costas do goleiro e acabou longe da meta são paulina. Ganso e Alan Kardec ficaram devendo para a torcida. O meia perdeu gol certo de pé esquerdo. O atacante, testou para fora, com o goleiro Vanderlei batido no lance. As duas jogadas perigosas saíram dos pés de Pato. Ele, diga-se, também fez o dele em grande estilo. Michel Bastos cruzou na medida, Daniel Guedes falhou. Pato matou no peito e mandou para as redes de Vanderlei. E o até mito Rogério Ceni vestiu a carapuça de bode expiatório de uma derrota inesperada.
E tenho dito!
Que hipocrisia. Corinthians utilizou o Morumbi durante vários anos e agora criticam o estadio.
Facil falar pra quem ganhou um estadio graças ao Lula.
SOMENTE O CHICO LANG E O RIVELINO CONSIDERAM O DORIVA MELHOR QUE O OSORIO. CHEGA A PARECER TECNICO DE VARZEA.